O condado de Rowan, em Kentucky (Estados Unidos), começaram nesta sexta-feira (4) a conceder as licenças de casamento que haviam sido negadas por motivos religiosos pela tabeliã Kim Davis, que foi presa por desobedecer a decisão da Suprema Corte norte-americana de legalizar as uniões de pessoas do mesmo sexo em todo o país.
Simbolicamente, os primeiros a receber o documento foram James Yates, de 41 anos, e William Smith, Jr., de 33 anos, que foi o casal que teve o pedido negado pela tabeliã. Os casamento foi oficiado por um funcionário do tribunal.
A funcionária, que deixou de fornecer qualquer licença de casamento logo depois da decisão da Suprema Corte, foi transformada em um símbolo de oposição norte-americana ao casamento gay por motivos religiosos. Davis permanecerá presa até decidir obedecer à nova lei.
