A comitiva brasileira já está na Alemanha e a CNI (Confederação Nacional da Indústria) apresenta, na próxima terça-feira (18), durante o 34º EEBA (Encontro Econômico Brasil-Alemanha), em Weimar, na Alemanha, os temas de interesse da indústria brasileira para melhorar o ambiente de negócios entre os dois países, aumentar o fluxo de comércio e investimentos e para ampliar as parcerias estratégicas. O EEBA é organizado pela CNI e sua contraparte alemã Bundesverband der Deutchen Industries (BDI) que, desde 1982, promovem debates para estimular o desenvolvimento comercial e a cooperação financeira entre os dois países. Com edições alternadas entre cidades brasileiras e alemãs, o evento, que este ano tem como tema “Novo rumo para o Brasil: oportunidades de cooperação bilateral”, será realizado entre os dias 16 e 18 de outubro.
CNI defende fechamento de cinco acordos entre Brasil e Alemanha
Acordo Bilateral de Compartilhamento de Exame de Patentes (PPH): o objetivo é assegurar a cooperação entre escritórios de propriedade intelectual dos dois países e facilitar a concessão de patentes.
Acordo Bilateral para Evitar Dupla Tributação: Para a CNI a celebração deste acordo é prioridade, na medida que aumentará a segurança jurídica e a competitividade das empresas nos negócios bilaterais. A CNI entende que a competitividade no exterior é afetada pela bitributação.
Acordo de Associação entre Mercosul e a União Europeia: para a CNI é muito importante que o Brasil e a Alemanha, as maiores economias em cada bloco, atuem para melhorar as ofertas dos dois blocos e conseguir apoio dos membros de suas respectivas regiões.
Acordo de Céus Abertos entre Brasil e União Europeia: o objetivo é a expansão da oferta dos serviços aéreos, incluindo o de transporte de cargas. O acordo tem potencial de reduzir custos para turistas e empresários.
Acordo Bilateral de Cooperação em Matéria Civil: o objetivo é firmar um acordo nos moldes do acordo existente na França que dispensa legalização consular em documentos púyblicos emitidos em ambos os países para terem validade no território do outro.
