A Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro determinou que o comando da Polícia Civil passe a dar proteção imediata à testemunha que, em depoimentos à Divisão de Homicídios, implicou o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o Orlando Oliveira de Araújo – preso acusado de chefiar uma milícia – na morte da vereadora Marielle Franco. A testemunha afirmou estar jurado de morte.