(INTERINO)
- Entre as boas frases do romancista e ensaísta francês André Maurois, cujo nome era Emile Salomon Wilhelm Herzog, gosto de “A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde”.
- A Feira do Livro, como era de se imaginar em véspera de feriadão, iniciou com movimento discreto. Mas as instalações estão muito boas, e agora é esperar o retorno das curtas férias, aliás, as últimas do ano. Quanto às festas de dezembro, serão celebradas às sextas-feiras…
- O escritor Luiz Antônio de Assis Brasil, um dos primeiros a visitar a feira, logo fez sua aquisição: um livro de Milton Assi Hatoum, o intelectual amazonense que é considerado um dos grandes escritores vivos do Brasil. Comentava que já havia lido a obra, e a estava levando para presentear.
- Rui Paulo Diniz Gonçalves, no estande da Palmarinca – sua livraria congrega muita gente conhecida para a conversa literária – comentou que o primeiro livro vendido foi a respeito da trajetória de Debret no Brasil.
- O movimento maior foi com a passagem dos grupos de protestos contra o projeto de erguer uma parede de mega construções no cais Mauá. Katia Suman e o casal Francisco Marshall, entre muitos outros, defendiam seu ponto de vista. Nada contra o aproveitamento do cais, mas sem criar uma muralha, ou mais uma, entre o Guaíba e a cidade. Tomara que o investimento privado proporcione o aproveitamento público. Para os que ficaram na capital, a Feira do Livro e a Bienal do MERCOSUL garantem boas atividades.
