Um grupo de pesquisadores japoneses desenvolveu um tratamento para os casos mais graves da síndrome de Guillain-Barré, o primeiro avanço em 25 anos para a cura da doença neurológica e autoimune. O estudo concluiu que o o remédio eculizumab, já aplicado no tratamento de várias doenças raras, é seguro e eficaz também nesses casos.