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“Tremembé”: confira livros para ler depois de ver a série do Prime Video

“Tremembé” é inspirado em biografia não autorizada de Suzane von Richthofen. (Foto: Stella Carvalho/Divulgação)

A nova série do Amazon Prime Video “Tremembé” estreou no último dia 31. Sucesso de audiência, a obra é inspirada em dois livros do jornalista Ullisses Campbell. A obra conta com cinco episódios que destrincham as relações de criminosos de casos conhecidos no Brasil, como o triângulo amoroso entre Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e Sandrão, a relação de Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni (caso Isabella Nardoni), além dos irmãos Cravinhos, que mataram os pais de Suzane.

Estudo e pesquisa

Essas relações são fruto do estudo e da pesquisa de Ullisses para os livros “Suzane: assassina e manipuladora” e “Elize Matsunaga: a mulher que esquartejou o marido”, lançados pelo jornalista em 2020 e 2021, respectivamente. Ele também assinou o roteiro da série Tremembé, ao lado de Vera Egito, Juliana Rosenthal, Thays Berbe e Maria Isabel Iorio.

A obra é uma biografia não autorizada de Suzane von Richthofen, que arquitetou e ordenou o assassinato dos pais junto de seu até então namorado, Daniel Cravinhos, e do irmão dele, Cristian. O caso foi um sucesso midiático, assim como o livro, que chegou a ter suas vendas suspensas duas vezes por causa de um processo movido por Suzane.

Já o livro de Elize, que também é uma biografia não autorizada, relata a vida e infância da assassina de Carlos Matsunaga, além das motivações da criminosa e sua vida na cadeia.

Mais vendidos

Vale mencionar também um terceiro livro de Ullisses, “Tremembé: O presídio dos famosos”. Apesar do contexto do livro também fazer muito sentido para a produção da série, ele só foi lançado em setembro deste ano, motivo pelo qual não fez parte das referências para a obra da Amazon Prime, que já estava concluída na ocasião.

O livro atualmente se encontra em sexto lugar do ranking dos livros mais vendidos na Amazon. Além dos casos famosos, ele destrincha presos “anônimos” e outros casos do local, que é conhecido por ser um presídio de “rotina menos violenta, um tratamento considerado mais digno” e é o mais desejado entre os detentos paulistas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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