O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, ampliou para 1,8 bilhão de reais o bloqueio de bens do Partido Progressista e de seis filiados à legenda. A decisão foi proferida em ação de improbidade movida pelo Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava-Jato. A decisão teve por base o pedido de ressarcimento de 460 milhões de reais ao erário, acrescido de uma multa de três vezes este valor.