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Um avião da companhia aérea Avianca arremeteu, devido à pista molhada no aeroporto

Manobra foi filmada com telefones celulares e divulgada nas redes sociais. (Foto: Reprodução)

Um avião da companhia aérea colombiana Avianca que havia partido do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, com destino ao Rio de Janeiro, arremeteu após tentar o pouso no Aeroporto Santos Dumont, localizado na área central da capital fluminense. A manobra foi necessária por causa da pista molhada pela intensa chuva que atingiu a região.

O problema já havia impedido a chegada de pelo menos três outras aeronaves, que seguiram para o Aeroporto do Galeão, na Zona Norte, e até mesmo para outras cidades. Imagens registradas por telefones celulares de pessoas que estavam no local foram divulgadas no Facebook e em outras redes sociais.

“Confirmamos que o comandante de um voo 06-6006 (Congonhas-Santos Dumont) realizou a manobra de arremetida. Logo depois, o voo pousou normalmente, em segurança”, afirmou, por meio de nota à imprensa, a empresa aérea colombiana fundada em 1919.

“A companhia esclarece que a manobra é um procedimento padrão na aviação, quando o piloto estima que as condições de pouso não são ideais. Por fim, a empresa reforça que preza, acima de tudo, pela segurança de seus clientes e tripulantes”, acrescentou o comunicado.

Picada

Na noite de 17 de dezembro, um domingo, o mesmo aeroporto carioca foi cenário de um incidente inusitado. A empresária Ana Karina Madeira de Moraes, 43 anos, afirmou ter sido picada por uma cobra no estacionamento do local. Ela chegou a ser internada no CTI (Centro de Tratamento Intensivo) do hospital Casa de Portugal, no bairro de Rio Comprido, na Zona Norte da capital fluminense.

De acordo com relatos de familiares, na ocasião, Ana Karina levava a sua sogra até o aeroporto, por volta das 21h, optando por deixar o seu carro em um estacionamento anexo ao Santos Dumont. Quando caminhava entre dois veículos no local, foi ferida em um dos calcanhares, supostamente por uma picada.

Com fortes dores na região atingida, a mulher foi imediatamente encaminhada para atendimento hospitalar de emergência e levada em seguida para o INI (Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas), da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Alim, ela recebeu o soro antiofídico, mesmo sem conseguir capturar e nem mesmo ver se realmente a picada havia partido de uma serpente.

A Fiocruz confirmou o atendimento mas informou que não pode identificar qual tipo de animal peçonhento que havia sido o responsável pelo ataque. Já a empresa que administra o estacionamento do Aeroporto Santos Dumont argumentou que não houve qualquer registro de ocorrência sobre o indicente e que, portanto, não se pronunciaria sobre o caso.

Uma tia da vítima, que divulgou pedidos de oração pela sobrinha, disse que ficou chocada com a situação. “Queremos tornar isso público, para que as pessoas tomem cuidado com o local e procurem o procedimento certo”, declarou à imprensa na ocasião.

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