O Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela condenou à prisão nove militares ativou e da reserva do Exército, Marinha e Aeronáutica acusados de conspirar, em 2014, para a derrubada do presidente Nicolás Maduro. As sentenças variam de cinco a oito anos em regime fechado. Segundo as autoridades de Caracas, o plano incluía a tomada de unidades das Forças Armadas e a detenção do líder chavista.