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“Viver Sertanejo”: Daniel conta como é abrir as portas de sua fazenda para programa de TV

Cantor reflete sobre comando do programa dominical "Viver Sertanejo", gravado em sua fazenda, em Brotas, no interior de São Paulo. (Foto: Reprodução)

Daniel, de 56 anos de idade, realiza o desejo de transportar a sua essência da forma mais singela para dentro da casa dos espectadores ao abrir as portas da sua fazenda, no interior de São Paulo, como cenário de uma atração televisiva. É com o Viver Sertanejo, na TV Globo, desde dezembro, que o cantor concretiza o próprio programa após muitos convites negados ao longo da carreira – com exceção de uma breve substituição de Xuxa na década de 1990.

À frente da produção que mescla gerações de artistas convidados, uma boa prosa e performances musicais, Daniel recebe a Quem em sua propriedade rural em Brotas (SP), sua cidade natal, na gravação de São João. Amelinha, João Gomes, Manu Bahtidão e Zé Vaqueiro são as participações especiais do encontro exibido neste domingo (22).

“Acho que o Daniel não é diferente em nenhum aspecto porque em tudo que faço e realizo, levo a minha essência de verdade. O Daniel da fazenda é aquele cara que é muito consciente, que sabe que tudo isso é muito ilusório, são coisas que a gente foi conquistando com o passar do tempo”, diz em entrevista exclusiva.

Ele se define como um cara pé no chão com consciência do que quer e do quanto a proximidade com a natureza é importante, o que sempre priorizou nas quatro décadas de sucesso. “Essa ligação com a natureza foi sempre algo primordial na minha vida, onde busco recapitular as energias, recarregar a bateria para continuar seguindo em frente. É um cara que nunca conseguiu se distanciar daqui da terra, do meu lugar, da minha cidade, da família, dos amigos”, reflete.

“Não consegui separar aquela coisa: ‘Ah, o cantor vai viver em São Paulo, de repente aquilo lá é melhor’. Tudo o que faço, levo essa essência minha, a minha verdade. Inclusive, aqui tem sido assim também. Acho que o Viver Sertanejo é exatamente isso, é um pouco da nossa essência, é a nossa transparência, aquilo que a gente gosta de fazer de verdade, além de cantar”, completa.

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