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Ao não apresentar o vídeo prometido, a acusadora de Neymar perde seu segundo advogado e arranha sua credibilidade

Najila afirma que foi estuprada por Neymar em Paris, na França. (Foto: Reprodução de TV)

Desde o começo do caso Neymar, uma gravação feita pela modelo Najila Trindade com seu celular no quarto onde se hospedou em Paris, na França, é citada como uma peça importante na comprovação da acusação de estupro feita contra o jogador. O conteúdo teria sido armazenado em um tablet que, até agora, não apareceu.

O vídeo não foi entregue à Polícia Civil e nem mesmo os advogados da modelo viram o material completo. A ausência das imagens arranha a credibilidade da modelo e a fez perder seu segundo advogado desde o dia 15 de maio, quando alega que o crime aconteceu. O criminalista Danilo Garcia de Andrade afirmou na segunda (10) que perdeu a confiança na ex-cliente e renunciou ao caso.

A localização dessa gravação é motivo de idas e vindas da modelo. Ela disse que armazenou o vídeo em um tablet rosa que estaria no seu apartamento. O aparelho não foi entregue à Polícia Civil durante o depoimento que Najila prestou na sexta-feira (07). Najila prometeu fornecer o tablet na segunda, mas não o fez. A alegação é que ele teria sido roubado em um arrombamento no seu apartamento na semana passada.

E é aí que entra, novamente, o advogado. “A senhora Najila me acusou de ter planejado esse arrombamento, essa situação toda. Disse que esse tablet poderia estar comigo, segundo o marcador de localização dela. Eu não preciso comprar ou roubar um tablet, eu tenho os meus dispositivos eletrônicos. Eu nunca tive Iphone, eu sempre tive Android, nunca tive Ipad, me parece que é um Ipad. E o cliente tem uma postura repentina e totalmente contrária à ética, ao bom senso e à verdade nesse caso, a respeito do arrombamento e de esse tablet estar em minha posse”, afirmou Garcia de Andrade.

O ex-marido da modelo, Estivens Alves, enviou o advogado Roberto Guastelli à Delegacia de Defesa da Mulher para entregar outro tablet. O equipamento pertenceria ao filho do casal. O pai do menino preferiu entregar o aparelho para provar que não está escondendo nada – TVs noticiaram que ele tinha visitado o apartamento da ex-mulher e saído de lá com um equipamento similar ao que teria sido furtado.

Na ocasião, o advogado de Estives disse que ouviu do cliente que Najila teria um celular com uma cópia das imagens registradas no quarto em Paris. O objetivo era ter um backup do vídeo. Apesar da existência do suposto backup, nada foi entregue para a Polícia Civil.

O caso é tão complicado que quando Estivens esteve na casa da ex-mulher para pegar roupas e outros objetos do filho gravou a chegada no imóvel. Além disso, entrou no local acompanhado do porteiro. A justificativa é que percebeu sinais de arrombamento. As informações são do site UOL.

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