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Suspeitos são detidos no Sri Lanka e autoridade admite que sabiam de possíveis ataques

Atentados terroristas deixam 207 pessoas mortas no feriado de Páscoa em Sri Lanka. / (Foto: REUTERS/Dinuka Liyanawatte/Direitos Reservados.)

Até o momento, 13 pessoas foram detidas no Sri Lanka, após as explosões que deixaram mais de 150 mortos neste domingo de Páscoa (21). O primeiro-ministro local, Ranil Wickremsinghe, pediu que não divulguem os nomes dos suspeitos. “Não deem aos extremistas uma voz. Não os ajudem a tornarem-se mártires”, destacou.

Ainda segundo ele, órgãos de segurança sabiam sobre um possível ataque, mas não o informaram. Wickremesinghe afirmou acreditar que “não houve uma resposta adequada” e pretende investigar o porquê. “Devemos examinar as razões pelas quais as precauções adequadas não foram tomadas”, assegurou.

Para o primeiro-ministro, a prioridade agora é deter “os terroristas”. Durante uma ação policial em busca de suspeitos, dois policiais morreram. Nenhum grupo reivindicou a autoria dos atos ainda.

Wickremesinghe convocou uma reunião do conselho de segurança nacional em sua casa e se manifestou no Twitter. “Eu condeno veementemente os ataques covardes contra nosso povo hoje. Eu chamo todos para permanecerem unidos e fortes”.

Os ataques

Uma série de oito explosões em hotéis de luxo e igrejas católicas durante a celebração da Páscoa no Sri Lanka deixou 207 mortos e mais de 450 feridos neste domingo (21), segundo o último balanço das autoridades policiais. Fontes oficiais disseram que havia ao menos 27 estrangeiros entre os mortos.

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