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Mundo Os Estados Unidos expulsam dois diplomatas de Cuba junto à ONU, às vésperas da assembleia geral

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País foi eleito nesta sexta-feira, na 75ª Assembleia Geral das Nações Unidas. (Foto: Saturne/Creative Commons)

O governo dos Estados Unidos determinou nesta quinta-feira (19) a expulsão de dois diplomatas da missão de Cuba junto à ONU (Organização das Nações Unidas) por participarem de “atividades prejudiciais aos interesses nacionais” norte-americanos, sem especificar no que consistiriam estas supostas atividades. O Departamento de Estado também restringiu os movimentos dos demais integrantes da representação cubana no organismo multilateral. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.

Depois que dois integrantes da missão diplomática de Cuba na ONU participaram de atividades prejudiciais aos interesses nacionais dos Estados Unidos, pedimos a eles que saiam”, informou a porta-voz do Departamento de Estado americano, Morgan Ortagus, na rede social Twitter.

O governo dos EUA também requisitou aos demais diplomatas da missão cubana que permaneçam em Manhattan, Nova York, onde está a sede da ONU. A missão permanente de Cuba junto à organização é composta por 16 funcionários.

Em um breve comunicado, o Departamento de Estado também informou que a ordem de expulsão se deu devido às tentativas dos diplomatas de “conduzirem operações de influência contra os Estados Unidos”.

Levamos a sério toda e qualquer tentativa (de operações) contra a segurança nacional dos Estados Unidos, e vamos continuar a investigar o pessoal restante (da missão de Cuba junto à ONU) que possa estar abusando de seus privilégios de residência (nos EUA)”, acrescenta o texto.

Cuba: “Ofensa vulgar”

O governo cubano, por sua vez, rechaçou a decisão dos EUA. O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, classificou a ação como “injustificada”, afirmando que a alegação de que os representantes de seu país “conduziram ações incompatíveis com seu status diplomático é uma ofensa vulgar”.

“A expulsão tem como objetivo provocar uma espiral diplomática que leve ao fechamento das embaixadas bilaterais, endurecimento do embargo (dos EUA) e a gerar mais tensões entre os dois países”, acrescentou Rodríguez, também via Twitter.

Como a ONU está sediada nos EUA, o país é obrigado a conceder vistos para funcionários de Estados integrantes da organização para que possam participar de reuniões e representarem seus países de forma permanente.

Em algumas ocasiões, no entanto, as autoridades americanas podem restringir a movimentação de funcionários das representações de países que têm conflitos ou desavenças com Washington.

O anúncio da expulsão dos diplomatas cubanos se dá às vésperas do início da 74ª Assembleia Geral da ONU.

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