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Para Mourão, o presidente da República em exercício, a reforma da Previdência será aprovada até o início do segundo semestre

O vice-presidente disse que as pessoas saem do Brasil porque "oportunidades não se apresentam". (Foto: Agência Brasil)

O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, disse nesta segunda-feira (18) que o governo espera aprovar a reforma da Previdência entre o fim deste semestre e o início do próximo.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ao general que a reforma da Previdência terá apoio incondicional da bancada do Estado no Congresso Nacional.

“Reafirmamos o nosso apoio incondicional a reforma da previdência no âmbito do Congresso Nacional com a bancada de São Paulo da Câmara e do Senado e em tudo que pudermos influenciar positivamente para uma votação favorável”, disse.

Doria destacou ainda que a reforma é fundamental para gerar empregos, resolver a situação fiscal do País e atrair investimentos. O governador e o vice-presidente fizeram as declarações após almoçarem juntos no Palácio dos Bandeirantes, encontro definido por Mourão como de convergência de ideias.

“Nós contamos com o Estado de São Paulo e de sua bancada para nós aprovarmos a reforma, se Deus quiser e tudo correr bem, até o final desse semestre e início do próximo semestre”, declarou. Ele classificou a reforma como ponto de partida para a reformulação pretendida pelo governo e um compromisso com futuras gerações.

“É nossa responsabilidade levar isso a frente, buscar a convergência das ideias e a partir dela iniciar um circulo virtuoso de atração de investimentos e das outras reformas que serão necessárias para atingirmos o equilíbrio fiscal e entrarmos, exatamente num desenvolvimento sustentável”, afirmou.

Segundo Doria, o encontro com Mourão estava marcado há duas semanas, mas não foi realizado por conta das fortes chuvas que impediram a chegada do vice.

Além da Previdência, o governador disse que os dois também conversaram sobre investimentos do governo federal no Estado de São Paulo, programas de desestatização no Estado e cooperação na área social e econômica.

Proposta para militares

Em seu breve pronunciamento, Mourão não fez qualquer menção ao que será proposto na reforma previdenciária dos militares. Mais cedo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo está correndo para finalizar o projeto com as mudanças nas aposentadorias dos militares para que seja ele enviado até quarta-feira (20).

“O presidente não viu ainda. Estamos correndo para ver se entra na quarta, que era a ideia inicial. O presidente vê aí e manda para o Congresso”, disse Guedes em conversa com jornalistas em Washington, onde se acompanha visita de Bolsonaro e outros ministros.

Bolsonaro chega de volta ao Brasil na madrugada de quarta e já na quinta-feira (21) viaja para o Chile. A intenção é que o presidente aprove os ajustes a tempo de enviar o projeto ao Congresso ainda na quarta, como prometido aos parlamentares. Os deputados disseram que a reforma da Previdência não avançará enquanto o projeto para os militares não chegar ao Congresso.

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