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Se você acha caro o iPhone X, fique sabendo que o preço da próxima versão será ainda mais alto

Modelo atual custa até R$ 7 mil no mercado brasileiro. (Foto: Reprodução)

Ainda existem dúvidas se o iPhone X realmente vale os R$ 7 mil cobrados no Brasil – ou os mil dólares nos Estados Unidos. Porém, a queda de 1% nas vendas globais da Apple apontam um crescente aumento do número de pessoas que não encontram vantagem em pagar tanto por um smartphone da gigante de tecnologia.

Analistas dos bancos de investimento de Wall Street ouvidos pelo site Business Insider acreditam que a versão 2018 do aparelho pode custar a partir de 1,1 mil dólares – ou quase quatro vezes mais na conversão direta para a moeda brasileira.

De acordo com previsões de especialistas, uma vez que a Apple estabelece uma faixa de preço, ela normalmente costuma mantê-la. “Considerando-se a baixa nas vendas, isso significa que a tendência para este ano é de aumento de preços, em uma espécie de compensação”, explica uma fonte ligada a esse segmento de mercado.

Nos últimos anos, a Apple tem conseguido persuadir os seus clientes a pagarem mais pelos celulares, porém com aumentos “homeopáticos” a cada ano, sem grandes saltos. No período entre 2008 e 2017, o custo do iPhone X saltou de 600 dólares para mil dólares, o que representa uma alta de cerca de 80% em praticamente uma década.

Contudo, as mesmas fontes defendem que a companhia lance um novo iPhone, de baixo custo, e ao mesmo tempo reduza o preço sugerido do iPhone SE original em até 300 dólares. Dessa forma, tornaria o modelo extremamente atraente para quem deseja ter o seu primeiro smartphone Apple sem gastar muito.

“Clones”

Desde que a Apple lançou o iPhone X, no ano passado, o aparelho vem sendo copiado por diversas empresas. OnePlus, Asus, LG e Motorola, por exemplo, são algumas das rivais que adotaram ou devem adotar modelos similares em seus próximos lançamentos. Mas há fabricantes que se especializaram em “clonar” modelos famosos, e aí mora o problema: nem sempre se consegue diferenciar facilmente um iPhone X verdadeiro de sua versão pirata.

Sites especializados têm publicado vídeos mostrando que isso é mais difícil do que parece. Afinal, não é de hoje que os modelos piratas fazem um bom trabalho em simular os dispositivos verdadeiros, mas o trabalho dos imitadores está cada vez mais profissional.

Olhando rapidamente para os dois posicionados lado a lado, não é tão simples dizer. Pode ser mais fácil notar diferenças sutis, tais como recursos do entalhe ou a tonalidade da cor da logo e da tipografia da Apple nas costas do aparelho. Até mesmo as cores da caixa são diferentes, mas podem passar despercebidas por olhares mais desatentos.

Quanto ao software, o aparelho falso traz um Android modificado para se parecer igual ao sistema iOS 11, e esse trabalho também tem sido bem feito. Tirando as animações de quando o aparelho é ligado e, obviamente, alguns engasgos para rodar tudo (o hardware do clone não é tão bom), ele também conta com recursos que lembram muito o iPhone.

A versão pirata tem até mesmo uma espécie de Face ID, que provavelmente utiliza o desbloqueio facial simples do Android. Realmente, um ótimo trabalho de cópia e que deve exigir ainda mais de quem compra um iPhone X de fontes não confiáveis. Por esse motivo, também é importante ficar de olho no preço: a versão falsa custa apenas US$ 130, bem menos do que os US$ 999 cobrados pelo aparelho original da Apple.

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