Quinta-feira, 16 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 20 de junho de 2025
No total, 154 cidades foram contempladas na primeira fase do Desassorear RS
Foto: DivulgaçãoO Programa de Desassoreamento do Rio Grande do Sul (Desassorear RS), coordenado pelo governo do Estado por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, removeu mais de 1 milhão de metros cúbicos de sedimentos de pequenos rios, arroios, canais de drenagem e sistemas pluviais em todo o território gaúcho desde o início deste nao.
Até o momento, há 89 projetos em andamento em 65 municípios, com 55 frentes de trabalho ativas e 34 já concluídas. Com investimento total de R$ 301 milhões por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), R$ 54 milhões já foram executados. No total, 154 cidades foram contempladas na primeira fase do programa, que iniciou em janeiro.
O Desassorear RS faz parte do Plano Rio Grande, programa criado para reconstruir o Rio Grande do Sul após as enchentes do ano passado.
As ações do Desassorear RS têm como foco principal a prevenção ao transbordamento de rios e arroios, especialmente em função das chuvas intensas e dos eventos climáticos extremos que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos anos, contribuindo para o acúmulo de materiais nos leitos, como areia, cascalho, madeira e outros resíduos que fazem a obstrução dos cursos d’água, agravando alagamentos e enchentes.
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MAS, quer parecer que os grandes rios foram esquecidos, e são eles que causam as maiores calamidades. Será que o governador vai deixar tudo pro próximo mandato (que não será dele) ???
Na imagem parece que os sedimentos foram colocados na margem. Nas próximas chuvas vão voltar para o leito. LEGALLLLL !!!!!!!
O ser humano desmonta a natureza e depois lamenta a inundação.
Mais importante que desassorear é colocar o lixo no seu devido lugar. Mas parece que pedir isso ao dser humano é a maior peda de tempo.
É muito pouco.
Pq nao cobram os orgãos que há uns anos atras, foram contra a extração de areia dos rios?
Agora o estado pagando para tirar areia, coisa que as empresas privadas faziam isso sem custo ao erario do RS.