Quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

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Geral 2025, um ano que deixou marcas profundas no mundo

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O ano de 2025 começou sob o peso das incertezas. (Foto: Reprodução)

O ano de 2025 começou sob o peso das incertezas. Logo em janeiro, Donald Trump retornou à Casa Branca, uma volta ao poder que afetou a vida dos migrantes em situação irregular, ameaçados com as iminentes deportações em massa. O presidente dos EUA preparou mais de 100 ordens executivas para os primeiros meses de governo, em uma campanha de choque nas políticas de segurança de fronteiras, entre outras prioridades.

Ainda neste mês, Elon Musk foi anunciado como chefe do Departamento de Eficiência do Governo (DoGE, na sigla em inglês), um órgão criado para cortar gastos e reformular agências governamentais. A nomeação repercutiu nas redes sociais após o bilionário fazer um gesto supremacista durante seu discurso na posse de Trump. No fim de janeiro, houve a prisão de mais de 500 imigrantes e centenas foram deportados, em uma tentativa do governo americano de começar a “cumprir suas promessas”, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.

Um acidente de avião marca o fim do mês nos Estados Unidos. A colisão no ar entre uma aeronave da American Airlines e um helicóptero militar em Washington, deixou 67 mortos, a pior catástrofe aérea dos Estados Unidos desde que um avião da mesma empresa caiu logo após a decolagem do aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, em novembro de 2001.

Abril foi marcado por eventos globais que misturaram luto, crise política e conflitos internacionais. Logo no início, o ator americano Val Kilmer, famoso por seus papéis em “Top Gun” e “Batman Eternamente”, morreu aos 65 anos, vítima de pneumonia. Simultaneamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o “Dia da Libertação” (2 de abril) para apresentar novas tarifas que ameaçavam provocar uma grande batalha comercial, com as principais economias do mundo prometendo represálias.

No campo das catástrofes naturais, o mês trouxe a atualização sobre o devastador terremoto de março em Mianmar. A imprensa estatal anunciou que o número de mortos havia ultrapassado os 3,3 mil, com 4.508 feridos e 220 desaparecidos.

A Igreja Católica entrou em luto após a morte do Papa Francisco, aos 88 anos, devido a um derrame. Fiéis se despediram do líder religioso na Basílica de São Pedro, no Vaticano. No fim do mês, os cardeais começaram o conclave, reunião que busca encontrar um sucessor para ocupar o cargo mais alto da religião.

Em maio, em mais uma tentativa de afastar os imigrantes de seu país, Donald Trump anunciou um novo programa que oferecia assistência de viagem e o pagamento de US$ 1 mil (cerca de R$ 5.673) para imigrantes que decidirem se autodeportar utilizando um aplicativo oficial do governo americano.

O novo papa foi eleito no dia 8 de maio, com a fumaça branca sendo expelida pela chaminé da Capela Sistina como símbolo da decisão. Robert Francis Prevost, um americano de 70 anos, foi nomeado Papa Leão XIV.

No dia 13, Pepe Mujica, ex-presidente uruguaio e referência para a esquerda latino-americana, morreu aos 89 anos, deixando um legado de resistência.

Julho foi marcado por intensa atividade política nos Estados Unidos e crises políticas no cenário mundial, começando com a aprovação no Congresso da lei de gastos e impostos do presidente Donald Trump, que consolidou cortes de impostos e impôs novas exigências ao Medicaid (programa de assistência à saúde voltado a pessoas de baixa renda).

Em agosto, os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, reuniram-se no Alasca para discutir formas de solucionar o conflito na Ucrânia, encerrando o diálogo como “muito produtivo”, mas sem um acordo fechado. Enquanto isso, a Casa Branca informou que o governo Trump havia detido “mais de 300 mil imigrantes” em situação irregular nos seis primeiros meses de sua administração, como resultado de uma política migratória drástica.

Em setembro, no campo político americano, a morte do ativista de direita Charlie Kirk, um aliado do presidente Donald Trump, baleado no dia 10 na Utah Valley University, chocou o país.

A diplomacia foi surpreendida quando Reino Unido, Austrália, Canadá e Portugal reconheceram o Estado da Palestina, o que foi classificado por Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, como um “perigo” para Israel. O Catar, mediador-chave nas negociações de trégua em Gaza, declarou que Netanyahu “deveria ser julgado” após um ataque israelense em Doha.

O mês de outubro foi marcado por uma série de eventos políticos e globais de grande repercussão, começando com a paralisação do governo dos Estados Unidos (o “shutdown”) no dia 1º, após um impasse orçamentário no Congresso, com Trump culpando os democratas pela situação. Em meio ao shutdown, que afetou centenas de milhares de funcionários, o presidente ameaçou não garantir o pagamento retroativo para os trabalhadores federais.

Um acordo de cessar-fogo entre o Exército israelense e o Hamas entrou em vigor em Gaza no dia 10, após anúncio de paz do presidente Trump. Apesar disso, a região ainda vive um período de medo e incerteza.

A França, por sua vez, viveu o agravamento de sua crise política com a renúncia e posterior renomeação de Sébastien Lecornu ao cargo de primeiro-ministro, e a prisão do ex-presidente Nicolas Sarkozy para cumprir uma pena de 5 anos por financiamento ilegal de sua campanha eleitoral de 2007.

Em novembro, a 30ª Conferência do Clima da ONU (COP30) foi realizada em Belém (PA), a primeira feita na Amazônia. Foram duas semanas decisivas para a ação global contra as mudanças climáticas.

Na França, o ex-presidente Nicolas Sarkozy saiu da prisão, recebendo liberdade condicional sob supervisão judicial após cumprir menos de três semanas de sua sentença.

Nos Estados Unidos, os parlamentares alcançaram um acordo provisório para encerrar a paralisação do governo federal (shutdown), que se estendeu por 40 dias e havia suspendido diversos serviços públicos, além de cancelar centenas de voos devido à suspensão das atividades por parte dos contraladores em diversos aeroportos.

Novembro também registrou a morte do diretor britânico Peter Watkins, vencedor do Oscar e pioneiro do estilo “docudrama”.

Dezembro: No último mês do ano, um incêndio atingiu um conjunto residencial em Hong Kong e deixou mais de 150 mortos. Trump ameaça invadir a Venezuela para combater os cartéis do narcotráfico e grupos do crime organizado. O líder dos EUA faz isso por meio de dezenas de ataques a lanchas no Caribe. Além disso, Lula e Trump negociam a retirada das sobretaxas sobre os produtos brasileiros. A União Europeia também fecha um acordo para proibir importações de gás russo até 2027. As informações são do jornal O Dia.

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