Terça-feira, 29 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil PMDB e PT consideram Mercadante desagregador e pressionam Dilma a substituí-lo

Compartilhe esta notícia:

Ministro seria substituído por um nome que não fosse do partido da presidenta. (Foto: Reprodução)

A presidenta Dilma Rousseff está sendo pressionada pelo PMDB e pelo PT a aproveitar a reforma administrativa para substituir o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, considerado “desagregador” no trato com o Congresso. Dilma avalia, há tempos, a possibilidade de mexer no núcleo do governo, mas, oficialmente, o Palácio do Planalto nega.

“Mercadante é um ministro que detém todo o respeito da presidenta Dilma. Ele é fundamental na articulação dos principais projetos e colabora na construção da governabilidade junto com o vice-presidente Michel Temer e com o ministro Eliseu Padilha”, disse o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva. “É uma figura central para a construção das condições de retomada do crescimento.” Temer e Padilha já se desentenderam várias vezes com Mercadante.

O vice-presidente, que comanda o PMDB, deixou o “varejo” da articulação política doPlanalto, no mês passado, aborrecido com o chefe da Casa Civil. Padilha, que é titular da Aviação Civil, ainda despacha na Secretaria de Relações Institucionais, mas já anunciou que não ficará na articulação.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a amigos, nos últimos dias, que perdeu a conta de quantas vezes sugeriu a Dilma a substituição de Mercadante pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner, também do PT. Até agora, a presidenta resistiu à ideia.

Apesar das negativas, petistas avaliam nos bastidores que Dilma terá de trocar Mercadante para que a crise política diminua. Tudo depende, porém, de como ficará o desenho da reforma administrativa, que extinguirá dez dos 39 ministérios, e se o perfil da Casa Civil será mais técnico ou político.

Além de Wagner, um dos nomes lembrados para ocupar a Casa Civil ou as Relações Institucionais é o do ministro de Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo (PCdoB). Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rebelo foi chefe da Secretaria de Relações Institucionais no primeiro mandato de Lula e tem bom relacionamento com o PMDB. (AE)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

CONFIRMADA PRIVATIZAÇÃO DO AEROPORTO SALGADO FILHO EM PORTO ALEGRE.
Dilma nega de forma contundente saída de Mercadante da Casa Civil
Pode te interessar