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Brasil Covid-19: casos e mortes caem na semana do Natal, diz Ministério da Saúde

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A Semana Epidemiológica 52 teve os registros atualizados até o dia 24, véspera do Natal.

Foto: Peter Ilicciev/Fiocruz
A Semana Epidemiológica 52 teve os registros atualizados até o dia 24, véspera do Natal. (Foto: Peter Ilicciev/Fiocruz)

Na semana do Natal, os casos e as mortes em razão da pandemia do coronavírus caíram, respectivamente, 24% e 15%. Os dados estão no Boletim Epidemiológico da Covid-19 mais recente do Ministério da Saúde, divulgado na quarta-feira (30), com balanço da Semana Epidemiológica 52, de 20 a 26 de dezembro.

Nesta semana, foram registradas 4.439 mortes. Na semana anterior, o número foi de 5.233. A média diária de óbitos na Semana Epidemiológica 52 ficou em 634. Na Semana Epidemiológica 51 a média de vidas perdidas foi 748.

De acordo com os dados, os casos na Semana Epidemiológica 52 totalizaram 252.651, contra 333.028 diagnósticos positivos na Semana Epidemiológica 51.

A Semana Epidemiológica 52 teve os registros atualizados até o dia 24, véspera do Natal. Geralmente aos feriados e fins de semana, a alimentação dos dados é menor, pois há menos pessoas para processar as informações enviadas pelas unidades de saúde.

Estados

A queda nos casos e mortes refletiu na dinâmica de cada Estado. Em relação ao número de infecções, 21 Unidades da Federação tiveram redução na semana do Natal, duas ficaram estáveis e quatro tiveram aumento.

As reduções mais intensas ocorreram em Goiás (-46%), Paraná (-45%) e Amapá (-43%). Os aumentos se deram no Rio Grande do Norte (36%) e no Acre (12%).

Com relação ao número de mortes, 13 Estados registraram diminuição da curva. Outros cinco ficaram estáveis e nove apresentaram acréscimo em relação ao balanço da semana anterior.

As quedas mais efetivas foram registradas em Roraima (-94%), Ceará (-68%) e Tocantins (-38%). Os acréscimos ocorreram no Acre (144%), Mato Grosso (93%) e Mato Grosso do Sul (47%).

Houve maior número de mortes no interior do país desde o início da pandemia. Os óbitos registrados em cidades do interior representaram 56%, contra 44% nas regiões metropolitanas. Nas duas semanas anteriores essa proporção estava em 50% para cada tipo de localidade.

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