Segunda-feira, 05 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 23 de março de 2021
Uma rede de restaurantes nos Estados Unidos resolveu premiar aqueles que já receberam a vacina contra a covid-19. Quem apresentar a carteira de vacinação preenchida vai ganhar um donut de graça.
A “promoção” vale até o final do ano. Isso porque a rede especializada na venda de rosquinhas quer incentivar que os americanos se vacinem, mas sabe que nem todos ainda têm acesso à imunização.
Até o momento, os EUA já aplicaram pelo menos 1 dose de vacina em mais de 100 milhões de pessoas, mas a maior parte das vacinas usadas no país requer 2 doses para a proteção.
Meta
Quando assumiu a presidência dos Estados Unidos, em 20 de janeiro deste ano, Joe Biden tinha uma meta ambiciosa: aplicar 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 nos primeiros 100 dias de mandato.
Para isso, seria necessário vacinar 1 milhão de pessoas por dia até 30 de abril, mais que o dobro do ritmo de vacinação que ocorria até então (435 mil por dia).
Aplicando uma média de 2,5 milhões de doses por dia atualmente, a meta foi ultrapassada com 58 dias de mandato — ou seis semanas antes do previsto.
Agora, Biden já cogita dobrar o objetivo e falou em chegar às 200 milhões de doses em seu 100º dia de mandato.
“Podemos conseguir dobrar”, disse o presidente. Oficialmente, o democrata deve estabelecer um novo objetivo oficial na próxima semana.
Segundo a agência de notícias Associated Press, os EUA estão a caminho de ter vacinas suficientes para imunizar toda a sua população adulta daqui a 10 semanas.
O país iniciou sua campanha de vacinação no dia 14 de dezembro e aplicou 16,5 milhões de doses até a posse de Biden, em 20 de janeiro, o que dava uma média de 435 mil vacinas por dia.
O próprio Biden, que tem 78 anos, foi vacinado antes mesmo de assumir o cargo para incentivar a vacinação. O democrata tomou a primeira dose da vacina da Pfizer em 21 de dezembro e a segunda, em 11 de janeiro.
A postura era uma guinada completa em relação ao então presidente americano, Donald Trump, que pegou covid-19 em outubro e chegou a ser internado, se recusava a usar máscaras e promovia aglomerações.
O republicano, que chegou a minimizar o impacto que o coronavírus causaria no país, depois passou a culpar a China pela pandemia e rompeu até com a OMS (Organização Mundial da Saúde).
Ao contrário de Biden, Trump não divulgou quando ele e a então primeira-dama, Melania, receberam o imunizante, em janeiro, ainda na Casa Branca. A informação só foi confirmada em março, por um assessor.
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