Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de abril de 2021
O presidente Jair Bolsonaro participou nesta quinta-feira (8) da solenidade de promoção de 16 oficiais-generais do Exército, no Clube do Exército, em Brasília (DF). Ao parabenizar os recém-promovidos, Bolsonaro disse que a corporação representa “uma estabilidade” para o Brasil, em especial neste momento de crise.
“Nós atuamos dentro das quatro linhas da nossa Constituição. Devemos e sempre agiremos assim. Por outro lado, não podemos admitir quem, porventura, queira sair desse balizamento”, disse. “Os momentos são difíceis, vivemos uma fase um tanto quanto imprecisa, mas temos a certeza, pelo nosso compromisso e tradição, sempre teremos como lema a nossa bandeira verde e amarela e a nossa perfeita sintonia com os desejos da nossa população, assim agiremos”, completou.
O presidente estava acompanhado pelo vice-presidente Hamilton Mourão e por ministros de Estado. No evento, os novos generais do Exército também receberam a medalha da Ordem do Mérito Militar por serviços prestados. O decreto de promoção na ordem foi publicado em 18 de março no Diário Oficial da União.
Apesar de ter deixado o Exército em 1988, para ingressar na política, o presidente disse que ainda integra a corporação: “Agradeço ao meu Exército brasileiro, o qual ainda integro, ao nosso Exército brasileiro, por esse momento. Temos certeza que venceremos os desafios e cada vez mais colocaremos o Brasil no local de destaque que ele merece.”
Na terça-feira (6), ao tomar posse, o novo ministro da Defesa, Walter Braga Netto, afirmou que a pasta continuará sua “missão constitucional”, de defender a pátria e os três Poderes. Braga Netto, que antes ocupava a Casa Civil, substituiu Fernando Azevedo e Silva, demitido após uma série de desgastes com Bolsonaro. O novo ministro, por sua vez, demitiu os chefes do Exército, Marinha e Aeronáutica.
Walter Braga Netto destacou que é uma honra ocupar o novo cargo e que a Defesa dará continuidade à missão prioritária, neste momento, de ações para o combate à covid-19 e vacinação da população. “O trabalho lá continua árduo, ele não muda nada, a Defesa continua com a sua missão constitucional, de defesa da pátria e dos poderes constitucionais e, conforme a orientação do senhor [presidente Bolsonaro], dentro das quatro linhas do que prevê a Constituição”, disse. As informações são da Agência Brasil e do jornal O Globo.
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