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Rio Grande do Sul Nova audiência de conciliação sobre a retomada das aulas presenciais no RS será realizada nesta quarta-feira

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A primeira audiência virtual ocorreu nesta segunda-feira

Foto: Mateus Raugust/PMPA
A primeira audiência virtual ocorreu nesta segunda-feira. (Foto: Mateus Raugust/PMPA)

Uma audiência virtual de conciliação sobre o retorno das aulas presenciais no Rio Grande do Sul foi conduzida, na manhã desta segunda-feira (03), pela juíza Dulce Ana Oppitz, coordenadora do Cejusc-Poa (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Porto Alegre).

Durante o encontro, foi discutida a ação movida pelo Cpers/Sindicato e pela Associação de Pais e Mães Pela Democracia contra a volta das aulas presenciais em meio à pandemia de coronavírus. Uma nova audiência sobre o tema será realizada nesta quarta-feira (05), às 14h.

Além de representantes das duas entidades e do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre, participaram da audiência desta segunda integrantes do governo gaúcho e da prefeitura da Capital. Por cerca de cinco horas, as partes envolvidas foram ouvidas.

O prefeito Sebastião Melo disse que o seu governo está aberto ao diálogo e defendeu o retorno gradual das atividades, com os alunos organizados em grupos. Melo ressaltou que os pais têm liberdade de levar os filhos ou não para a escola. O prefeito também sugeriu que as entidades médicas sejam convidadas para que possam contribuir com informações científicas para o debate.

“Acredito na conciliação, pois todos queremos o bem das nossas crianças e do nosso Estado. Não há espaço para retrocesso. A pandemia é gravíssima, mas a cidade tem que funcionar”, declarou Melo.

Segundo o prefeito, a rede municipal de ensino está preparada desde fevereiro para receber os alunos. “Todas as escolas que estão abrindo têm condições e estão orientadas a seguir os protocolos sanitários, conforme plano elaborado pela Secretaria Municipal de Educação. Outra medida para um retorno seguro das aulas é o início da testagem dos profissionais da educação. As escolas também receberam R$ 2,5 milhões em verba extra de combate à Covid-19”, destacou.

Já o Cpers/Sindicato alega que não há condições sanitárias para o retorno das aulas sem a vacinação dos professores. A entidade afirmou que “defende a vida e a manutenção das aulas remotas neste momento dramático da pandemia”.

Retomada das aulas

As atividades nas salas de aula da rede municipal de ensino e nas instituições privadas começaram a ser retomadas na semana passada em Porto Alegre. Já as escolas da rede estadual iniciaram o retorno das aulas presenciais nesta segunda-feira em todo o RS.

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3 Comentários
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José Costa
3 de maio de 2021 18:44

Não sou professor e nunca gostei e não gosto de sindicatos. São um estorvo. Mas não posso negar que desta vez concordo com eles. Penso que professor só deveria acessar uma sala de aula após ser vacinado.

Fernando Krause
3 de maio de 2021 19:30

O CPERS é ligado a CUT, que é ligada ao PT, que quer incendiar o pais e derrubar o governo.Esse é o real motivo dos sindicatos socialistas tumultuarem a vida do cidadão que precisa trabalhar para comer!

Denise Goulart de Munhós
4 de maio de 2021 00:06

O retorno as aulas presenciais deve ser facultativo para alunos, professores e funcionários de escola. Quanto aos profissionais da educação que não quiserem ou não puderem retomar as aulas presenciais deverá haver a possibilidade de entrar em licença, mesmo que para isso ocorra a redução de vencimentos, conforme está acontecendo com outras classes de trabalhadores que têm a oportunidade, através de medida legal, de terem salário e jornada de trabalho reduzidas.

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