Sexta-feira, 29 de maio de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
20°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Saiba quem poderá ser imunizado no Brasil com as vacinas Sputnik e Covaxin

Compartilhe esta notícia:

O Consórcio Nordeste já tinha anunciado a previsão de chegada de 1 milhão e 145 mil doses pra próxima semana, dia 28, no aeroporto de Recife-PE. (Foto: EBC)

Com importação autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde a semana passada, as vacinas Covaxin (indiana) e Sputnik (russa) terão o seu uso no Brasil de forma restrita, conforme a cartilha do órgão regulador.

As decisões dizem respeito à analise e disponibilização dos lotes e também de quem pode tomar esses imunizantes, além de outras diretrizes quando ao acompanhamento, destinação e monitoramento do uso de cada um dos dois fármacos no País.

No caso da Covaxin, a vacina deverá ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos entre 18 e 60 anos. Não deverá ser utilizada em gestantes, puérperas, lactantes e indivíduos com comorbidades.

Já para a Sputnik, a aplicação do imunizante ficará restrita a indivíduos adultos (18 a 60 anos). O produto não deverá ser utilizado em gestantes, puérperas, lactantes e indivíduos com comorbidades.

Confira, a seguir, outras contraindicações, de forma resumida – o detalhamento completo pode ser acessado diretamente no site da Agência – www.gov.br/anvisa.

Outras contraindicações para a Covaxin

– Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, gravidez, uso por lactantes, menores de 18 anos, mulheres em idade fértil que desejam engravidar nos próximos meses;

– Ter recebido outra vacina contra covid, febre, HIV, hepatite B ou C, antecedentes de qualquer vacinação nas quatro semanas anteriores à potencial data de vacinação.

– O mesmo vale para quem recebeu imunoglobulinas ou hemoderivados há 3 meses antes da potencial vacinação, tratamentos com  imunossupressores, citotóxicos, quimioterapia ou radiação há 36 meses antes da potencial vacinação.

– Ter recebido mesterapias com biológicos incluindo anticorpos anticitocinas e outros anticorpos, enfermidades graves ou não controladas (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal, neurológica, insuficiência hepática, insuficiência renal, patologias endócrinas), antecedentes de anafilaxia (segunda dose da vacina).

Outras contraindicações para a Sputnik

– Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, gravidez, uso por lactantes, menores de 18 anos, mulheres em idade fértil que desejam engravidar nos próximos meses;

– Ter recebido outra vacina contra Covid, febre, HIV, hepatite B ou C;

– Antecedentes de qualquer vacinação nas quatro semanas anteriores à potencial data de vacinação, ter recebido imunoglobulinas ou hemoderivados há três meses antes da potencial vacinação;

– Tratamentos com  imunossupressores, citotóxicos, quimioterapia ou radiação há 36 meses antes da potencial vacinação;

– Tterapias com biológicos incluindo anticorpos anticitocinas e outros anticorpos, enfermidades graves ou não controladas (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal, neurológica, insuficiência hepática, insuficiência renal, patologias endócrinas) e antecedentes de anafilaxia (segunda dose da vacina).

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Faltam parcerias no Brasil para produzir vacinas de coronavírus em fábricas de imunizantes para animais
Bolsonaro menciona suposto relatório que contesta número de mortes pela pandemia. Tribunal de Contas da União desmente existência do documento
Pode te interessar