Domingo, 28 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 23 de junho de 2021
A rainha Elizabeth II e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, tiveram nesta quarta-feira (23) seu primeiro encontro presencial depois de 15 meses – em tempos normais da monarquia parlamentar do Reino Unido, essas reuniões são semanais.
Durante o tempo em que a pandemia do coronavírus impossibilitou as reuniões e os encontros presenciais, eles se comunicavam pelo telefone. A soberana de 95 anos e o chefe de governo se reuniram no Palácio de Buckingham.
Os dois já foram vacinados com duas doses da vacina contra a Covid-19 – no Reino Unido, mais de 80% dos adultos já receberam ao menos uma dose da vacina, e ao menos 60% já está devidamente protegido com ambas as doses.
Johnson e a rainha já se viram anteriormente neste ano durante uma recepção – em meados de junho – no primeiro dia da cúpula das economias do G7, no sudoeste da Inglaterra.
A monarca passou a maior parte do confinamento no Castelo de Windsor, ao oeste de Londres.
Em sua passagem nesta quarta-feira por Buckingham, a rainha, que perdeu o marido príncipe Philip em abril, também voltou às condecorações presenciais após meses de videoconferência.
Covid no Reino Unido
As autoridades de saúde informaram nesta quarta-feira que houve mais de 16 mil casos positivos em 24 horas, o maior nível desde fevereiro, e 19 mortes adicionais, que elevam o total para mais de 128 mil mortes.
O serviço de saúde do Reino Unido fez um alerta por causa do aumento no número de pessoas com Covid-19 que estão precisando de respiradores nos hospitais.
Especialistas já previam essa alta desde a reabertura gradual do país, com mais pessoas nas ruas e com a dominância da variante delta, identificada pela 1ª vez na Índia.
Mesmo assim, o governo britânico mantém a data para o fim de todas as restrições contra a Covid-19 no dia 19 de julho, auge do verão no hemisfério norte.
Variante delta
No Reino Unido, onde a variante delta já é dominante, o Ministério da Saúde assegurou que as duas doses aplicadas conferem proteção às infecções.
“É importante que as pessoas recebam ambas as doses da vacina contra a Covid-19, porque dados nos mostram que ela pode proteger efetivamente contra a variante delta”, disse o ministro Matt Hancock.
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