Segunda-feira, 14 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Quem pega Covid deve adiar vacinação em ao menos 1 mês

Compartilhe esta notícia:

O teste PCR é considerado um dos mais precisos para confirmar a Covid-19.

Foto: Vinicius Magalhães/Sesi
Redução drástica no número total de exames faz os dados oficiais permanecerem baixos. (Foto: Vinicius Magalhães/Sesi)

O Ministério da Saúde recomenda que a vacinação seja adiada por até quatro semanas após o teste positivo para Covid-19. Segundo a pasta, a imunização deve ser suspensa até a total recuperação clínica da pessoa infectada. No caso dos assintomáticos, a vacina só pode ser feita após quatro semanas da primeira amostra de PCR positiva.

O pediatra Juarez Cunha, presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), explica que o intervalo é o mesmo recomendado em outros países e que a orientação também vale para as pessoas que tiveram contato com infectados.

“Porque muitas vezes as pessoas têm a Covid diagnosticada em outras pessoas da família. Então, não necessariamente é só o teste positivo”, afirma. A orientação se deve ao fato de que a piora clínica do paciente com covid-19 pode ocorrer em até duas semanas após a infecção.

Segundo Cunha, a vacinação deve ser evitada nesses casos porque o organismo da pessoa infectada já está desenvolvendo naturalmente anticorpos contra a doença.

“E o que que a vacina passa é também a promoção de anticorpos. Então, como a pessoa já está com o quadro de covid, procuramos fazer a vacina mais tardia, exatamente para não interferir na resposta imunológica”, explica.

No caso das pessoas que já tomaram a primeira dose e são diagnosticadas com a doença no período em que devem fazer a segunda aplicação, a recomendação é a mesma, inclusive no caso de assintomáticos. “Também devem esperar quatro semanas e retardar um pouquinho a aplicação”, afirma Cunha.

Vale ressaltar que as vacinas não são 100% eficazes e não impedem que a pessoa imunizada seja infectada, ou seja, ainda é possível desenvolver um quadro leve da doença, ou de forma assintomática, após a imunização.

Além disso, as vacinas anticovid em aplicação no Brasil, com exceção do imunizante da Johnson, são aplicadas em duas doses, então a pessoa só é considerada completamente imunizada após a segunda aplicação.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Homem condenado por feminicídio recebe pena máxima em Rio Grande
Burlar regras para tomar 3ª dose pode atrapalhar resposta imune
Pode te interessar