Sábado, 26 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 12 de julho de 2021
Mourão disse ainda que não tem opinião formada sobre a adoção, a partir de 2026, de um sistema semipresidencialista no Brasil
Foto: Romério Cunha/VPRO vice-presidente Hamilton Mourão disse que as eleições presidenciais de 2022 serão realizadas no ano que vem mesmo que não seja aprovada a proposta do voto impresso auditável.
Na última sexta-feira (09), o presidente Jair Bolsonaro acusou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de participar de fraudes e disse que “corremos o risco de não termos eleições no ano que vem”.
O general da reserva refutou a hipótese de não haver o pleito nacional. “As eleições serão realizadas”, afirmou. A declaração de Bolsonaro gerou reações tanto no Judiciário como no Executivo. Em resposta ao presidente, o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, garantiu também o pleito de 2022.
Mourão disse ainda que não tem opinião formada sobre a adoção, a partir de 2026, de um sistema semipresidencialista no Brasil. “Ainda não me debrucei sobre o assunto. Portanto, não tenho opinião formada”, disse.
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), sugeriu que, para o Brasil alcançar a estabilidade política, uma das opções seria a mudança do sistema de governo, como a adoção do “semipresidencialismo” a partir de 2026.
“Nesse regime, se for o caso, é muito menos danoso que caia um primeiro-ministro do que um presidente. Quando um presidente cai, assume um vice-presidente que pode não estar alinhado com as propostas do eleito”, disse.
A proposta, no entanto, foi vista com desconfiança no Palácio do Planalto. Para o entorno do presidente, por trás da mudança, estaria um interesse do Congresso Nacional em ter um controle absoluto sobre o Orçamento, esvaziando o poder do presidente sobre a administração dos recursos.
O semipresidencialismo mescla elementos do parlamentarismo e do presidencialismo. Neste modelo, há um presidente- geralmente eleito diretamente pelo povo – e um primeiro-ministro – eleito indiretamente, pelo parlamento – dividindo funções no Poder Executivo. A gestão de demandas internas e o comando do governo caberia ao primeiro-ministro.
A adoção de um regime semipresidencialista também não conta com apoio entre dirigentes da oposição, para os quais a aprovação da mudança limitaria a atuação, em uma reeleição, de um eventual novo presidente eleito em 2022.
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Mourão deveria calar a boca. Afinal, é vice ou inimigo na trincheira? Até agora tem sido inimigo na trincheira. O voto impresso é condição fundamental para uma eleição sem roubalheira. Ao dizer isso, está apoiando a manipulação das urnas.
HAMILTIN MOURÃO SEMPRE SENSATO, SOBRE O REGIME SEMIPRESIDENCIALISTA, A DESCULPA DE QUE O VICE PODE NÃO ESTAR ALINHADO COM O PRESIDENTE, ENTÃO NEM DEVERIA DISPUTAR NA MESMA CHAPA
Se for no papel ou urna eletronica a fraude pode acontecer mas já que há urnas eletrônicas não tem porque não imprimirem paralelamente o voto para uma possível auditagem.
Nos EUA se falando de voto online e aqui querendo retroceder 100 anos. Se está inseguro aumenta a segurança então mas de fato é mais fácil fraudar voto em papel né.
“A proposta, no entanto, foi vista com desconfiança no Palácio do Planalto. Para o entorno do presidente, por trás da mudança, estaria um interesse do Congresso Nacional em ter um controle absoluto sobre o Orçamento, esvaziando o poder do presidente sobre a administração dos recursos.”
**Esta redação já disse tudo. Muito espertos se sem a chave do cofre fazem o que fazem, imaginem com a porta do tesouro escancarada.
Mourão não está autorizado a falar em nome do presidente, sempre se mostrou um inimigo na trincheira,que não aceita ser subordinado a um capitão, Bolsonaro tem que estar alerta com seu vice, ele foi devoto ao PT, e parece que pulou a cerca para se aliar aos corruptos, deve ser feito um plebiscito e os brasileiros que devem escolher se o voto deve ser impresso ou não, Barroso todos sabemos que é corrupto e está a serviço do PT, pois todos do STF tem rabo preso com Lula, e querem fraudar as eleições custe o que custar, e parece que… Leia mais »