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Cláudio Humberto Pacheco marca filiação ao PSD para iniciar campanha

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Vacina da Johnson & Johnson foi desenvolvida para dose única, mas estudos indicam benefício do reforço. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O mineiro Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, deve abandonar seu atual partido, o DEM, para se filiar ao PSD no próximo mês de outubro. O ato de filiação deverá ser festivo, em convenção partidária, e marcará o início de sua campanha à presidência da República. A ideia original foi do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, quem primeiro se convenceu da viabilidade da candidatura presidencial de Pacheco.

Terceira via
A ideia central do projeto é fazer de Rodrigo Pacheco o cabeça de chapa presidencial, com apoio dos partidos que rejeitam Bolsonaro e Lula.

Rejeição elevada
As pesquisas mostram rejeição elevada tanto de Bolsonaro quanto de Lula, à volta de 50%, daí a certeza da viabilidade de um terceiro nome.

Fazendo política
Kassab defende que é hora de fazer política para construir essa opção de centro viável, que na sua avaliação deve ser Rodrigo Pacheco.

Campanha no cargo
Detalhe importante é que o presidente do Senado não é obrigado a deixar o cargo para fazer sua campanha pelo Palácio do Planalto.

Brasil passa das 115 milhões de doses aplicadas
O País ultrapassou ontem a marca de 115 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 aplicadas na população em geral. Já obtiveram ao menos uma dose de vacina mais de 84,3 milhões de pessoas, que representam mais de 40,1% da população geral ou 53,3% da população vacinável (brasileiros com 18 anos ou mais). No total, quase 31 milhões de habitantes estão completamente imunizados (14,7%) com duas doses ou uma dose Janssen, que requer só uma dose para a imunização.

Uma dose apenas
A vacina Janssen (Johnson&Johnson) já foi aplicada em mais de 2,55 milhões de brasileiros e representam 2,8% do total aplicado.

Maior do Brasil
A vacina Fiocruz/AstraZeneca é o imunizante mais aplicado no País, 46,4% das mais de 115 milhões de doses, diz o Ministério da Saúde.

Pfizer: quase 10%
Mais de 10,5 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech foram administradas Brasil afora, são 9,8% das vacinas do País.

Diz que não estou
Ao registrar que falta “apoio de gente importante” à impressão do voto, Bolsonaro piscou. Admitiu seu progressivo isolamento político. Ele percebe que as pessoas tentam se descolar do grupo que lidera. Só não percebeu ainda que é hora de fazer política, não de distribuir insultos.

Grande perda
A morte do embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima, ontem, em Brasília, fez lembrar seu papel na transformação da nossa diplomacia, hoje uma das mais respeitadas do mundo. É uma grande perda para o Brasil.

Dia de orações
Após mandar um “depois dizem que sou grosso”, o presidente Jair Bolsonaro tentou, sem êxito, nesta segunda (12), fazer os jornalistas rezarem com ele um “Pai Nosso”. Até puxou a oração, mas foi inútil.

Laico, só que não
Sempre que Bolsonaro defende a indicação de alguém “terrivelmente evangélico” para o STF, tem sempre quem lembre que o Estado é laico. Exceto pelo crucifixo que há décadas está no salão de sessões do STF.

Economia se vira
O ex-ministro Delfim Netto continua muito confiante no PIB de 5% este ano. “É um ótimo número”, disse. Mas observou que “o governo é tão ruim que a economia resolveu funcionar de maneira independente”.

Atitude vergonhosa
A Defensoria Pública exige prioridade para vacinar presos de São Paulo, que vergonha, após silenciar sobre pessoas que, ao contrário dos bandidos, sempre ralaram muito e estiveram expostas ao covid, como caminhoneiros, pessoal de supermercados e farmácias, rodoviários etc.

Fazendo diplomacia
O ministro das Relações Exteriores, Carlos França, continua conversando com seus homólogos mundo afora. A reunião desta segunda-feira foi com o chanceler marroquino Nasser Bourita.

Ping, pong
A brasileira Taurus lançou um fuzil “T4” que lembra muito, para dizer o mínimo, o russo AK-47, de 1946, conhecido por “Kalashnikov”, sucesso até hoje, usado por quadrilhas e grupos terroristas de todo o mundo.

Pensando bem…
… mesmo se o PIB dobrar em 2021, ainda haverá manchete sobre o resultado pífio da economia.

PODER SEM PUDOR

Objetividade
Ernani Sátiro era governador da Paraíba e ia recebeu prefeito do interior. Advertido pelo chefe de gabinete de que era preciso ir direto ao assunto porque o governador era muito objetivo, o prefeito foi logo dizendo: “Vim tratar de dois assuntos. Eu sei que o senhor é objetivo e prático”
O governador Ernani Sátiro o interrompeu: “Muito bem, amigo velho, diga então qual o segundo assunto”.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Jorge Schröder
13 de julho de 2021 10:16

Algumas pessoas associam a política a um jogo de xadrez…. não acredito que seja, pois no xadrez as jogadas, por mais estratégicas, estudadas e inusitadas, são dentro de uma ordem e honestidade que a política não possui.

Joel Robinson
13 de julho de 2021 17:51

Em nova fala escatológica, Bolsonaro diz a seus fãs: “eu sou igual ao cocô de vocês” (vídeo)
Fã pediu que Bolsonaro aproveitasse momento no qual se reúne diariamente com “apoiadores” para fazer cocô no cercadinho.

Denise Goulart de Munhós
14 de julho de 2021 00:36

Esta coluna continua sendo escrita pelo senhor Cláudio Humberto???? Observo uma mudança no discurso, “enviesando” para a oposição ao presidente Bolsonaro.

Denise Goulart de Munhós
14 de julho de 2021 00:52

Quanto maior for o número de candidatos à presidência da República em 2022 favorecerá a polarização Bolsonaro / Lula (ou qualquer outro nome da Esquerda), porque esses necessitarão de menos votos para chegarem ao segundo turno. A chamada “terceira via” é uma arapuca que está sendo engendrada e poderá ser concretizada se não houver o voto impresso juntamente com a urna eletrônica para as eleições de 2022.

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