Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 21 de outubro de 2021
A polícia australiana está em busca de Cleo Smith, uma menina de 4 anos que desapareceu no último sábado, enquanto acampava com a família nas proximidades da cidade de Carnarvon, na Austrália Ocidental. Nesta quinta-feira (21), uma recompensa de 1 milhão de dólares australianos (mais de R$ 4 milhões na cotação atual) foi oferecida por informações que levem ao paradeiro da criança ou à prisão e condenação de envolvidos no desaparecimento. Após dias de buscas, as autoridades acreditam que ela tenha sido sequestrada de dentro da barraca onde dormia.
“Dadas as informações que obtivemos da cena, o fato de a busca ter continuado por este período de tempo e não termos sido capazes de localizá-la… isso nos leva a acreditar que ela foi tirada da tenda”, afirmou o superintendente da Divisão de Crimes Graves da Polícia da Austrália Ocidental, Rod Wilde, em uma entrevista coletiva nesta quinta-feira.
Cleo foi vista pela última vez na madrugada do último sábado, quando acordou a mãe, Ellie, e pediu por água. As duas voltaram a dormir em seguida. Pela manhã, porém, a pequena não estava mais na tenda armada no acampamento Blowholes. Em entrevista ao canal 9 News, Ellie contou que a barraca da família estava praticamente toda aberta.
“Cleo estava em um colchão, e nosso bebezinho (a irmã mais nova da menina) estava em um berço bem ao lado dela. Nós tínhamos uma divisória. Então estávamos (a mãe e namorado, Jake Gliddon) em um colchão inflável também. (De manhã) fui para o outro espaço, o zíper estava aberto e Cleo tinha sumido… a barraca estava completamente aberta, faltava apenas 30 centímetros para abrir totalmente”, conta.
Voluntários e mais de 100 policiais trabalham nas buscas pela região do acampamento. Também há apoio aéreo, com helicópteros e drones. A polícia não pretende parar com o trabalho até ter certeza de que Cleo não está mais na área.
Foram divulgadas fotos do saco de dormir em que a garota dormia e de um pijama que ela usava. Os jornais locais afirmam que a família estava na região para uma viagem de um fim de semana, mas que agora eles continuam lá para as buscas. As informações são do jornal O Globo e de agências internacionais de notícias.
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