Quarta-feira, 13 de maio de 2026

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Mundo Cotação do Bitcoin derrete e chega aos 35 mil dólares, a menor em seis meses

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Doações anônimas estão sendo feitas para os militares ucranianos. (Foto: Reprodução)

O Bitcoin ampliou sua queda no sábado e caiu mais de 50% em relação ao recorde atingido em novembro, adicionando mais impulso ao colapso das criptomoedas.

O declínio da moeda digital em seu pico eliminou mais de US$ 600 bilhões em valor de mercado e mais de US$ 1 trilhão foi perdido no mercado agregado de criptomoedas. Isso marca o segundo maior declínio em termos de dólares para ambos, de acordo com o Bespoke Investment Group.

A moeda chegou a cair 7,2% no sábado, negociada a US$ 34.042,78, antes de reduzir a maioria dessas perdas. Ainda assim, é negociada na casa dos US$ 35 mil, o menor patamar desde julho de 2021.

“As posições de margem sendo liquidadas causaram uma onda de pressão adicional de venda, pois os ativos que foram mantidos como garantia foram vendidos à força para pagar empréstimos com margem”, disse Hayden Hughes, CEO da Alpha Impact em Cingapura.

Outros ativos digitais também caíram, com o Ethereum registrando queda de 12%. Solana e Cardano caíram pelo menos 17%, de acordo com a Coinbase.

“Espero que leve algum tempo para que um fundo se forme e a confiança retorne, antes de esperar qualquer tipo de alta”, disse Hughes.

O movimento de aversão ao risco foi acompanhado pelas intenções do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de aumentar a taxa de juros para controlar a inflação, que abala tanto as criptomoedas quanto as ações.

Nesta direção, um tema dominante surgiu no espaço dos ativos digitais: as criptos se moveram da mesma forma que as ações e muitos outros ativos de risco. E o caso de mais cautela foi reforçado nos últimos dias.

O governo Biden está se preparando para lançar uma estratégia inicial de todo o governo para ativos digitais no próximo mês e pedirá às agências federais que avaliem os riscos e oportunidades que eles representam.

Mercado Bitcoin

O Mercado Livre comprou uma participação no Grupo 2TM, controlador do Mercado Bitcoin e da plataforma de infraestrutura em blockchain Paxos. Com o negócio, a empresa de comércio eletrônico, que também possui a fintech Mercado Pago, amplia a sua aposta em transações envolvendo moedas digitais.

Em comunicado, a empresa afirma que os aportes reforçam o compromisso com o desenvolvimento e o uso de ativos digitais e da tecnologia blockchain. O valor do negócio não foi revelado.

“As criptomoedas e a tecnologia blockchain representam um fenômeno único, global e coletivo que quebra barreiras e cria um ambiente aberto e nivelado para que todos os consumidores alcancem o empoderamento econômico, o que está muito alinhado com nossa missão como empresa”, destaca o vice-presidente sênior de Estratégia e Desenvolvimento Corporativo do Mercado Livre para América Latina, André Chaves, em nota.

A empresa já possui uma parceria com a Paxos desde dezembro. O Mercado Pago oferece para os usuários brasileiros acesso à compra, custódia e vendas de criptomoedas, como o Bitcoin, o Ethereum e a stablecoin USDP, por meio de suas contas digitais a partir de apenas R$1.

tags: Mundo

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