Quarta-feira, 15 de julho de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Bolsonaro volta a defender flexibilização de armas e diz que resolverá decretos depois das eleições

Compartilhe esta notícia:

Em comício no interior de São Paulo, ele atribuiu a defesa pelo desarmamento a seus adversários.(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender a bandeira do armamento. No sábado, em comício em Campinas (SP), o atual chefe do Executivo repetiu que, se reeleito, “resolverá a questão do decreto de armas”.

No último dia 20, o STF formou maioria para confirmar a decisão do ministro Edson Fachin que suspendeu trechos de decretos editados pelo presidente para flexibilizar o acesso da população civil a armas e munições, medida também criticada pelo presidente.

“Um presidente que defende a legítima defesa, defende o armamento para o cidadão de bem. Do lado de lá, um ladrão quer desarmar o cidadão. E digo a vocês: povo armado jamais será escravizado. Após as eleições, resolverei a questão do decreto das armas para vocês”, disse Bolsonaro.

Em indireta ao Supremo, disse que “hoje alguns acham que são donos dele”. “Eles não mandam no Brasil. Têm seus limites. O governador não manda no seu estado, tem seus limites. Assim qualquer outro Poder, qualquer outra pessoa, por mais que possa muito, não pode tudo”.

Em comício, o político puxou o coro de “povo armado jamais será escravizado” e atribuiu a defesa pelo desarmamento a seus adversários.

“Todos vocês, se preciso for, dão a vida pela nossa liberdade. Repito: povo armado jamais será escravizado. Ninguém roubará a nossa liberdade”, completou.

Ele ainda disse, em tom de ameaça, que irá botar um “ponto final” em “abusos de outro Poder”.

Tudo ou nada

Ignorando as denúncias de corrupção em seu governo, como as que envolveram a compra de vacinas pelo Ministério da Saúde, o caso das ‘rachadinhas’ e a compra de 51 imóveis em dinheiro vivo pela família Bolsonaro, ele disse que chegou a três anos e oito meses de governo sem denúncia. “Acusam-me de tudo, mas nunca me chamam de corrupto. Sim, eu digo palavrão, mas não sou ladrão”, disse, referindo-se ao seu principal adversário. “Se precisar lutar contra essa quadrilha do Lula, nós lutaremos e repito, povo armado jamais será escravizado”, repisou.

A uma semana do primeiro turno das eleições e estacionado em segundo lugar, Bolsonaro deu mostras de que vai para o tudo ou nada. Além de chamar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT, de ladrão sete vezes durante o discurso, ele acusou o ex-governador Geraldo Alckmin de “roubar merenda”.

Alckmin, que não foi citado nominalmente, é vice na chapa de Lula e tem cacife eleitoral no interior de SP, um colégio eleitoral cobiçado pelos bolsonaristas.

Antes do comício, Bolsonaro participou de uma motociata com apoiadores pelas ruas de Campinas. O candidato desfilou levando Tarcísio de Freitas na garupa da moto — ambos estavam sem capacetes. A motociata percorreu ruas interditadas pela Polícia Militar e seguiu até o Largo do Rosário, no centro, onde estava montado o palco do comício. O comércio do entorno foi obrigado a fechar as portas. A PM deslocou um helicóptero para fazer a segurança.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

3 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Tecladista Flc
26 de setembro de 2022 01:06

Parabéns presidente, o STF e TSE, não foram eleitos para nada, são apenas parasitas a serviço do PT e da esquerda, tem 9 com rabo preso com o pinguço!!

Wilson Rodrigues Luz Rodrigues
27 de setembro de 2022 21:49

O nosso presidente BOLSONARO, é um louco em defender a flexibilização de Armas. A arme, nunca vai servir, para defesa do cidadão comum. A arma só vai servir, para complicar a vida do cidadão comum. Por exemplo em batida carro, surge uma discursão com o outro motorista o cidadão comum armado, tira a vida do outro motorista. O cidadão comum armado discurte com a sua mulher, armado fica irritado e pega a arma atira na mulher? A facilidade de obter a arma, só vai servir para armar o bandido.

Wilson Rodrigues Luz Rodrigues
27 de setembro de 2022 21:54

NESSA ELEIÇÃO, ninguém pode dizer a sua intensão de voto, pois, está arriscado a perder a sua vida. Tudo isso, em consequência do cidadão andar armado. Os apoiadores fanáticos do nosso presidente BOLSONARO, andam armado, assustando todo mundo.

Brasil terá número recorde de eleitores no exterior na eleição deste ano
Votos indecisos e “envergonhados” podem mudar o cenário da eleição no Brasil
Pode te interessar
3
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x