Quarta-feira, 02 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 5 de janeiro de 2023
A emedebista ressaltou que apoiou Lula no segundo turno da eleição porque o petista era o único presidente democrata na disputa.
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilA ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB-MS), que tomou posse nesta quinta-feira (5), no Palácio do Planalto reconheceu que tem divergências com a pauta econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas que o “quarteto” de ministros da área econômica vai “fazer com que esse governo dê certo”. Ela se comprometeu com a responsabilidade fiscal e o controle dos gastos públicos e disse que a equipe terá um perfil “austero, mas conciliador”.
“Fiquei surpresa porque fui parar justamente na pauta com a qual que eu tenho alguma divergência, sendo que eu tenho total sinergia na pauta social e de costumes”, afirmou a ministra. “Mas estou ao lado desse time da economia que vai fazer a diferença, fazer com que esse governo dê certo, apresentando propostas corretas, para não faltar orçamento para as políticas”, emendou a emedebista. Seremos quatro na economia, um quarteto a favor do Brasil”, destacou.
Como ministra do Planejamento, Tebet fará parte do núcleo da equipe econômica de Lula, ao lado de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, do vice-presidente eleito Geraldo Alckmin no Ministério de Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior e com Esther Dweck no Ministério de Gestão e Inovação.
Simone se disse honrada por estar ao lado de Haddad no Ministério da Fazenda, que “tem a chave do cofre na mão” e que é “o mais importante da Esplanada” – em um contraste ao discurso de posse de Haddad, que afirmou ser justamente o “patinho feio” da Esplanada. “Vamos deixar as divergências, se é que haverá, para depois”, afirmou.
A emedebista ressaltou que apoiou Lula no segundo turno da eleição porque o petista era o único presidente democrata na disputa, numa referência velada ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A senadora disse que pensou em não aceitar cargo na Esplanada, mas que recebeu um “convite especial” de Lula, que queria justamente visões diferentes nas pastas econômicas.
“Lula entregou a mim uma das pastas mais relevantes do governo do PT e da frente ampla democrática. O Planejamento é o ministério que trata do futuro, mas também do presente. O orçamento está direta e indiretamente presente na vida dos brasileiros. O planejamento fala do futuro do Brasil que queremos ser”, disse.
A ministra do Planejamento afirmou que a equipe econômica se compromete com o controle dos gastos públicos e que os ministros serão “austeros, mas conciliadores”. “Sem descuidar da responsabilidade fiscal e da qualidade dos gastos, vamos colocar os brasileiros no orçamento. O cobertor é curto, não temos margem para desperdícios e erros. Caberá ao orçamento enquadrar as propostas dentro das possibilidades orçamentárias”, disse a ministra.
“Teremos quatro anos para implementar as políticas de que o Brasil precisa em educação, saúde, meio ambiente, segurança, moradia. Não vamos descuidar do gasto público. Seremos austeros, mas conciliadores, afirmou.
Tebet mencionou o discurso de posse do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, que considerou o mais bonito e emblemático de todas as posses, por reforçar a existência e a importância das minorias. “Vamos colocar os pobres no Orçamento, mas não só eles. A primeira infância, jovens, idosos, mulheres, povos originários, negros, pessoas com deficiência, trabalhadores. Passou da hora de dar visibilidade aos invisíveis”, afirmou.
Questionado a fala de Tebet, o vice-presidente o e ministro da Indústria e Comércio Geraldo Alckmin disse que “o discurso fala por si só”.
Primeiro teste
Terceira colocada na corrida presidencial como representação da chamada “terceira via”, Tebet foi forte aliada para a vitória do presidente Lula no segundo turno. Advogada e professora de Direito, Tebet foi senadora federal de 2015 a 2022, vice-governadora do Mato Grosso do Sul, deputada estadual e duas vezes prefeita de sua cidade natal, Três Lagoas (MS).
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Quem faz fake news são os teus “cumpanheros”. Teu encantador é um criminoso condenado e “recondenado” por juízes federais, desembargadores federais e ministros do STJ. E também é ex presidiário.
Tu é que não tem inteligência para entender isso!
Pára de repetir fake news, chê…está questionando as decisões DEMOCRÁTICAS da SUPREMA CORTE??? Te liga jacaré…teu pessoal propões golpezinhos…bah…
“Responsabilidade com gasto público” ??????
O chefe dela, criminoso condenado e ex presidiário, já disse que quer “destruir o teto de gastos”…
Puggina….perdeu pu… pára pu…Ninguém vai conseguir destruir a DEMOCRACIA PUGGINA….hahahaahahhaahahahahaha
Não sei de onde a petezaiada tira essa fantasia de responsabilidade com o gasto público….é só voltar no tempo, ver o que o L fez com Petrobras, Correios, Pasadena, refinaria doada à Bolivia do Evo etc
Ministério da Consolação, prêmio recebido por se aliar politicamente à um ex presidiário.