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Política Ministro do Supremo rejeita suspender posse de deputados por eventual envolvimento nos atos de vandalismo em Brasília

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Moraes disse que as condutas dos parlamentares poderão eventualmente ser questionadas e analisadas pelo Conselho de Ética da Câmara.

Foto: Reprodução
Eles foram acusados de atacar verbalmente o ministro do STF em um aeroporto em Roma. (Foto: Reprodução)

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou neste domingo (29) uma ação que pedia a suspensão da posse de deputados por eventual envolvimento no atos de 8 de janeiro, em Brasília. A posse está marcada para a próxima quarta (1º).

Moraes tomou a decisão um dia após a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter defendido o arquivamento do pedido, feito por um grupo de advogados.

A PGR se manifestou após Moraes ter estabelecido prazo de 24 horas para a análise do pedido. A ação é praxe e está prevista nas regras internas do Supremo.

Pela Constituição, cabe ao Ministério Público Federal avaliar se propõe investigações e denúncias na área criminal e ações na área eleitoral, se detectar indícios de irregularidades.

Decisão

Na decisão, Moraes afirmou que há um rito próprio para questionar a diplomação dos deputados eleitos e que a via processual escolhida não foi a adequada.

O ministro disse ainda que as condutas dos parlamentares poderão eventualmente ser questionadas e analisadas pelo Conselho de Ética da Câmara.

“Neste momento, eventuais consequências das condutas noticiadas em relação aos mandatos dos Deputados Federais nominados deverão ser analisadas no âmbito do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 55 da Constituição Federal”, escreveu.

Segundo Moraes, “até o presente momento não há justa causa para instauração de investigação em relação aos demais deputados federais diplomados e que não estão sendo investigados nos Inquéritos instaurados nesse Supremo”.

Manifestação da PGR

Em manifestação ao STF, o subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, afirmou que a eventual análise da conduta dos parlamentares cabe ao Conselho de Ética da Câmara e que os advogados não apresentaram elementos que justifiquem abertura de inquérito contra uma parte dos deputados citados.

“É atribuição do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar examinar as condutas imputadas na petição aos Deputados Federais eleitos e diplomados, nos termos do artigo 21, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados”, escreveu.

O pedido de suspensão da posse dos parlamentares foi feito pelos advogados do Grupo Prerrogativas e citou ações dos deputados:

Luiz Ovando (PP-MS);
Marcos Pollon (PL-MS);
Rodolfo Nogueira (PL-MS);
João Henrique Catan (PL-MS);
Rafael Tavares (PRTB-MS);
Carlos Jordy (PL-RJ);
Silvia Waiãpi (PL-AP);
André Fernandes (PL-CE);
Nikolas Ferreira (PL-MG);
Sargento Rodrigues (PL-MG);
Walber Virgolino (PL-PB)

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Rui Santos
29 de janeiro de 2023 15:31

Errado, não foi o ministro do Supremo que rejeitou suspender posse de parlamentares que dizem ter participado dos atos de 08 de jan./23 e sim a PGR que não aceitou a denúncia.

Jorge Souza
29 de janeiro de 2023 18:56

CADÊ OS CRITICOS QUE ONTEM COMENTARAM, CHAMANDO O MINISTRO ALEXANDRE DE MORÃES DE DITADOR, SENDO QUE QUEM IRIA DECIDIR ERA A PGR, ESPERO QUE ESSES INÚTEIS VENHAM A PÚBLICO SE DESCULPAR

Vanderlei Ochoa
29 de janeiro de 2023 21:50

Reclamem agora do STF…Brasil acima de tudo, lei acima de todos.

Fernando Krause
30 de janeiro de 2023 00:33

Ele só rejeitou porque a PGR pediu arquivamento!

Fernando Garrido
30 de janeiro de 2023 11:14

Esse sinistro Xandão é um ditador!!!!
Ele quer imedir a posse, mas não tem embassamento legal!
Já está pegando mal no exterior, pois o Brasil já é considerado um país com sérias restrições à liberdade de expressão!
Agora temos campos de concentração para a reeducação ideológica dos inimigos do regime… triste!

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