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Rio Grande do Sul Saiba como foi a caravana de ministros ao Rio Grande do Sul para ajudar no combate à estiagem

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Em visita a assentamento de Hulha Negra foi anunciado repasse de recursos federais. (Foto: Mauricio Tonetto/Palácio Piratini)

Em visita ao assentamento Copaul, em Hulha Negra, nessa quinta-feira (23), o governador Eduardo Leite e uma comitiva formada por secretários de Estado participaram de ato de anúncio de medidas da União para enfrentamento à estiagem no Rio Grande do Sul.

Na solenidade, a comitiva do governo federal, formada por três ministros, confirmou o repasse de R$ 430 milhões, sendo cerca de R$ 300 milhões em financiamentos, para ações emergenciais nas áreas de agricultura, desenvolvimento social e defesa civil. As medidas se somam a uma série de anúncios feitos pelo governo do Estado na última semana em socorro aos produtores.

“Recebo com muita alegria, não apenas a visita, mas os anúncios que o governo federal está fazendo. Na semana passada, encaminhamos o expediente com demandas que nós tínhamos, organizamos uma parte do nosso time, nossos secretários estão aqui e agora começamos a ver os resultados. Muitas ações serão desenvolvidas em conjunto, e esse ambiente de diálogo eu saúdo”, afirmou o governador.

Leite já havia anunciado um plano permanente e transversal de mitigação dos efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul. As ações de curto, médio e longo prazo foram organizadas em uma estratégia que inclui medidas emergenciais de apoio e assistência aos produtores, ações estruturantes e um sistema de monitoramento.

Dentre as ações divulgadas estão a anistia de 100% da dívida do programa Troca-Troca de Sementes para agricultores familiares dos municípios em situação de emergência, a criação de um sistema online de monitoramento da estiagem e construção de cisternas, entre outras.

Nos próximos dias, o governador solicitará audiência com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir o tema da estiagem e mais medidas que possam ser adotadas em conjunto pelos governos federal e estadual.

Também participaram do ato desta quinta-feira o chefe da Casa Civil, Artur Lemos, o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Boeira, e os secretários Giovani Feltes, da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Ronaldo Santini, de Desenvolvimento Rural, Tânia Moreira, de Comunicação, Marjorie Kauffmann, do Meio Ambiente e Infraestrutura, e o chefe de Gabinete do Governador, Euclides Neto.

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5 Comentários
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Jorge Souza
24 de fevereiro de 2023 13:02

SUOR DO CAMPO ONDE OS GRANDES SEMPRE FAZEM EMPRÉSTIMOS PARA COMPRAR MÁQUINARIOS DE MILHÕES, ONDE SEMPRE VAI TER UM SENADOR HAINZE, PARA FAZER UM PROJETO PARA ANISTIAR A DÍVIDA

Jose Lovatto
24 de fevereiro de 2023 10:59

Foi uma palhaçada, três ministros usarem jato da FAB para vir anunciar migalhas e quase toda emprestada, pois dos 430 milhoes, somente 130 serão socorro dadao aos produtores, o restante deverá ser pago com o suor do campo. Triste e lamentável.

Fernando Krause
24 de fevereiro de 2023 11:18

Vieram resolver o problema? Ou fazer militância política com o MST?

Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2023 11:55

ESTADISTA LULA e equipe interessados em resolver problemas crônicos. Parabéns ESTADISTA LULA.

Vanderlei Ochoa
24 de fevereiro de 2023 12:02

MST é um MOVIMENTO POPULAR que busca a distribuição de terras para quem precisa e sabe nela trabalhar. A direita do mor mito, tenta de todas as formas criminalizar esse movimento. Mas o povo sabe, que o alimento SAUDÁVEL que tem na mesa é de procedência dos pequenos agricultores. O Grande agronegócio serve aos latifundiários que exportam todos o alimento que produzem para resolver a fome de outros povos. E não nos esqueçamos, que não existe cobrança de impostos nessas exportações. Acentamentos feitos no passado, prosuzem alimentos ORGÂNICOS DE ALTA QUALIDADE, ENQUANTO OS LATIFUNDIÁRIOS produzem alimentos TRANGÊNICOS e infestados de… Leia mais »

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