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Economia Desenrola: mais de 2 milhões de pessoas já tiveram o nome limpo

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O programa Desenrola começou a operar na última segunda-feira (17).

Foto: Reprodução
Valor médio dos descontos oferecidos atingiu 86,3%. (Foto: Reprodução)

A Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC) informou ao Ministério da Fazenda que mais de 2 milhões de pessoas com dívidas de até R$ 100 tiveram seus nomes limpos nos três primeiros dias do programa Desenrola Brasil, lançado pelo governo federal.

A desnegativação das dívidas de até R$ 100 é uma contrapartida à participação dos bancos no programa.

A medida não significa um perdão. O débito seguirá existindo, mas os bancos vão se comprometer a não incluir os devedores no cadastro negativo.

Com isso, se não houver outras dívidas negativadas, o brasileiro nessa situação terá o “nome limpo” – e poderá voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel. Inicialmente, o Ministério da Fazenda projetava que 1,5 milhão de pessoas poderiam ser contempladas por essa medida.

Em um segundo momento, porém, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o alcance poderia crescer com a adesão de novos bancos ao programa. A expectativa é que, com o ingresso das instituições, o número chegue a 2,5 milhões.

O programa Desenrola começou a operar na última segunda-feira (17). O objetivo é impulsionar, por meio de incentivos do governo federal às instituições credoras, a renegociação de dívidas de pessoas físicas em melhores condições.

Na primeira etapa do programa, além de “limpar o nome” dos brasileiros com dívidas de até R$ 100, teve início a negociação de débitos de uma parcela do público.

Renegociações

Desde o dia 17 de julho, o público da faixa 2 do programa pode renegociar débitos diretamente com os bancos.

A faixa 2 compreende pessoas físicas com renda mensal de até R$ 20 mil, com dívidas bancárias negativadas de janeiro de 2019 até o fim do ano passado.

Em troca de ofertar melhores condições aos clientes, os bancos vão receber um incentivo do governo federal.

Segundo o Ministério da Fazenda, a cada real de desconto que o banco oferecer na renegociação, a instituição financeira vai poder apurar um real de crédito presumido — uma espécie de compensação tributária.

Com esse incentivo, a expectativa é que o volume de créditos disponível nessa fase chegue a R$ 50 bilhões.

No caso da faixa 1, as renegociações devem começar a partir de setembro. A faixa 1 compreende pessoas físicas com renda mensal de até 2 salários mínimos ou que estejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com dívidas de até R$ 5 mil, negativadas entre 2019 e 2022.

Para o grupo, poderão ser renegociadas dívidas bancárias e não bancárias (com companhias de água, luz e telefone, por exemplo). As renegociações serão feitas a partir de uma plataforma do governo federal – que ainda está sendo desenvolvida.

Para incentivar que as empresas credoras ofereçam maiores descontos, as operações da faixa 1 serão cobertas por um fundo garantidor. Segundo o ministro da Fazenda, o governo reservou R$ 7,5 bilhões para esse fim – valor que, segundo Haddad, poderá ser complementado.

Ainda de acordo com o ministro, esse valor pode alavancar um volume de renegociações de até R$ 30 bilhões, a depender do volume de descontos ofertados.

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Fernando Krause
21 de julho de 2023 10:14

“Desnegativa” é o nome mais adequado para quem continuará “enrolado”…

Adalberto Meneguzzi
21 de julho de 2023 11:34

Que piada!
Os bancos trocarão créditos podres, impagáveis, por dinheiro público, dos pagadores de impostos.
Então, o banco cobra 400% em juros, dá 95% de “desconto”, e recebe esses 95% (juros) do governo, dinheiro que jamais receberia!
No caso dos 100 pilas, sequer quitarão a dívida, apenas desnegativa!
Isso é uma simples compensação pelo apoio dos bancos à campanha do ladrão!
Assim como foi com as montadoras e será com a Magalu logo ali adiante, com o programa da linha branca!
E os otários, como tu, comemoram!

Vanderlei Ochoa
21 de julho de 2023 10:44

ESTADISTA LULA não brinca em serviço. Povo honesto melhorando a cada dia. Já não dá pra falar o mesmo dos bolso-apoiadores-terroristas-golpistas que estão indo pro xadrez….ahahahahahahahahahahahaahahahahahahahahahahahahahahaha

Flavio Finardi
21 de julho de 2023 12:27

Limpo ou varrido para baixo do tapete?
Prática comum em se tratando do PT, a exemplo do seu principal personagem.

Vanderlei Stefani
21 de julho de 2023 18:15

Parabéns Presidente Lula, um governo de verdade.

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