Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Tênis Na disputa em duplas, Bia Haddad e Azarenka vão às oitavas de final do torneio US Open de tênis

Compartilhe esta notícia:

Bia e Azarenka enfrentarão a parceria da japonesa Miyu Kato e Aldila Sutjiadi, da Indonésia. (Foto: Reprodução)

Bia Haddad e Victoria Azarenka nem precisaram entrar em quadra para garantirem vaga nas oitavas de final do US Open, em Nova York. No início da tarde desse sábado (2), a parceria da brasileira com a bielorrussa venceu por WO após desistência por lesão da holandesa Demi Schuurs e da americana Desirae Krawczyk. Na sessão noturna, Luisa Stefani e Jennifer Brady também avançaram à próxima fase ao derrotarem Liudmila Samsonova e Veronika Kudermetova por 7/6, 5/7 e 6/4.

Demi Schuurs e Desirae Krawczyk eram as cabeças de chave número 4 do US Open e alegaram lesão para o WO. A desistência eliminou a dupla do torneio. Bia e Azarenka também formam uma parceria de sucesso e atuam juntas desde a temporada de saibro. Nas oitavas de final em Nova Yorque, marcada para segunda-feira, elas enfrentam a parceria da japonesa Miyu Kato e Aldila Sutjiadi, da Indonésia.

A americana Jennifer Brady é terceira parceira de Luisa Stefani na série de torneios em quadras duras. A paulistana de 26 anos, atualmente a melhor brasileira no ranking de duplas da WTA, com a 16ª posição, enfrentou dificuldades para vencer as russas Samsonova e Kudermetova. Stefani e Brady voltam à quadra neste domingo para encarar a alemã Tatjana Maria e a russa Arantxa Rus nas oitavas de final.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Tênis

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Nova defesa do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro apresentou diferentes versões sobre a participação do tenente-coronel em negociações sobre joias
Crescimento do PIB do Brasil surpreende no 2º trimestre e mercado prevê alta de 3% no ano
Pode te interessar