Quinta-feira, 01 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Preço do aluguel no País volta a subir e alta já chega a 16,16% este ano; em Porto Alegre alta foi de mais de 10%

Compartilhe esta notícia:

O Índice FipeZAP, que mede a variação em 25 cidades do País, registrou alta de 0,96%. (Foto: Reprodução)

O preço do aluguel voltou a subir em setembro. O Índice FipeZAP, que mede a variação em 25 cidades do País, registrou alta de 0,96%. Ainda que o aumento tenha ficado ligeiramente abaixo do registrado em agosto – quando a alta foi de 1,33% – no ano de 2023 os reajustes no aluguel já chegam a 16,16%.

Ou seja, até setembro, o preço já subiu praticamente o mesmo do que durante todo o ano passado, quando a alta foi de 16,55%. Em Florianópolis e Goiânia, a alta chega a quase 30%.

Veja as cidades onde o preço do aluguel mais subiu este ano:

*Florianópolis: 29,35%
*Goiânia: 25,77%
*Fortaleza: 18,67%
*Rio de Janeiro: 17,02%
*Curitiba: 15,83%
*Belo Horizonte: 12,66%
*São Paulo: 11,24%
*Brasília: 10,81%
*Porto Alegre: 10,63%
*Recife: 8,97%
*Salvador: 8,93%.

Como resultado, o preço médio do aluguel de imóveis residenciais foi apurado em R$ 41,51 por metro quadrado (m²). Entre as capitais envolvidas na pesquisa, o valor mais alto foi na cidade de São Paulo, com valor médio de R$ 50,69/m².

Na sequência, por metro quadrado, aparecem: Florianópolis (R$ 50,46), Recife (R$ 46,33), Rio de Janeiro (R$ 44,06), Brasília (R$ 40,36), Belo Horizonte (R$ 35,37) e Curitiba (R$ 34,72).

Já entre as cidades do levantamento com menores valores de locação em setembro, estão Fortaleza (R$ 27,59), Porto Alegre (R$ 30,77), Salvador (R$ 32,10) e Goiânia (R$ 33,05).

Vendas

O número de vendas de imóveis no Brasil cresceu 14,4% nos sete primeiros meses de 2023 em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o indicador ABRAINC-FIPE, o segmento de habitações populares impulsionou este aumento ao registrar uma alta de 18,3% durante o período avaliado e totalizando R$ 11,9 bilhões em transações.

O levantamento, realizado com 20 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), indica que a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) estimulou o crescimento.

No entanto, não foi apenas o segmento popular que apresentou bons resultados. De acordo com o Índice, imóveis de Médio e Alto Padrão (MAP) também foram mais vendidos no período. A alta de 15,1% no período apurado significou um total de R$ 10,7 bilhões entre as incorporadoras pesquisadas.

Em nota, a Abrainc sugere que o resultado positivo é fruto do interesse de compradores que desejam adquirir ativos imobiliários com a expectativa de valorização futura. Para Luiz França, presidente da instituição, as altas acima de 10% em todos os segmentos apurados mostram que o mercado imobiliário é protagonista na economia brasileira.

tags: em foco

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Insatisfação de senadores segura aprovação de nomes indicados por Lula
Apple pode perder marca iPhone no Brasil? Entenda
Pode te interessar