Sábado, 04 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 9 de dezembro de 2023
Guiana sinaliza que está com as forças de defesa em alerta. Na foto, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro
Foto: ReproduçãoO presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, admitiu, nesse sábado (9), em postagens no X (antigo Twitter), que pode haver diálogo com a Guiana, país com o qual disputa a região de Essequibo. Em meio à tensão, Maduro escreveu que quer “paz e compreensão”. No entanto, mais de uma hora depois, voltou a elevar o tom.
Ele chamou atenção que, mesmo com a intenção do diálogo, as “autoridades da Guiana revogaram o acordo de Genebra”. Ele apontou que o país vizinho ameaça construir uma base militar para o Comando Sul dos Estados Unidos.
“Não contaram com a nossa astúcia, o Povo saiu em defesa da Guiana Essequiba. Não poderão ignorar a vontade soberana da Venezuela”, escreveu o presidente Maduro. A vontade soberana citada pelo presidente venezuelano tem relação com a votação do referendo realizado no domingo (03), que, segundo o governo, 95,9% dos eleitores aprovaram a transformação do território de Essequibo em um estado da Venezuela. A região pertence oficialmente à Guiana desde 1899, mas é reivindicada pela nação vizinha.
Segundo o governo, 10,5 milhões de eleitores participaram do referendo, que aprovou ainda a garantia de cidadania e documento de identidade aos mais de 120 mil guianenses que vivem no território.
Após o referendo, Maduro encaminhou um projeto de lei que cria o Estado da Guiana Essequibo. O parlamento venezuelano já está analisando o texto e realiza debates nacionais nos próximos dias.
Diante do momento de tensão entre Venezuela e Guiana pelo território de Essequibo, uma nota conjunta de países do Mercosul e mais quatro sul-americanos apontou uma “profunda preocupação com a elevação das tensões”.
A Guiana sinalizou que está com as forças de defesa em alerta, para possíveis tentativas de Maduro em tomar a região, que corresponde a mais de 70% do seu território.
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Só esperando esse babaca dar o primeiro tiro para ser aniquilado pelo estados unidos e o povo venezuelano se libertar desse ditador.
Votação arranjada, fralda, igual a do ladrão, hipócrita, amiguinho dele.
USA ja monitora a anos o risco de Guerra, devido as Ditaduras instaladas na America Latrina….
Agora com o Luladrão colocado de volta a Presidencia …Maduro se sentiu a vontade para começar uma Guerra…
Obviamente se ladrão não estivesse na Presidencia…isso não aconteceria…
Aonde ele anda só desgraça e destruição…
O garnizé de Caracas se borrou nas calças, os Estados Unidos deslocou tropas prá Guiana, o aviso foi dado, de agora em diante o garnizé só canta no quintal dele
Quem sabe aqui teremos o fim político do Maduro ? Quem muito quer, tudo perde!