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Política Grades de proteção em frente ao Supremo são retiradas em Brasília

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O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, retirou o restante das grades de proteção que estavam em frente ao prédio, acompanhado do presidente Lula.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, retirou o restante das grades de proteção que estavam em frente ao prédio, acompanhado do presidente Lula. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O ato simbólico de retirada das grades em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, ocorreu nessa quinta-feira (1°), no intervalo da sessão de abertura do ano do Judiciário. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, retirou o restante das grades de proteção, acompanhado do presidente Lula, do ministro do STF Alexandre de Moraes, do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e de Flávio Dino, futuro ministro do STF.

A maioria das grades já havia sido retirada pelos seguranças, também nesta quinta. As grades no Planalto, no STF e na Praça dos Três Poderes começaram a ser instaladas em 2013 para reforçar a segurança em meio aos protestos contra a então presidente Dilma Rousseff.

Segundo a assessoria do STF, elas passaram a cercar o local, de forma fixa, em 2016. De lá para cá, ao longo dos últimos anos, foi feito um reforço e ampliação da quantidade de grades.

No Palácio do Planalto, as grades foram removidas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em maio do ano passado. Já as grades do Congresso foram retiradas no dia 8 de janeiro de 2024, durante a cerimônia “Democracia Inabalada”, que marcou um ano dos ataques às sedes dos Três Poderes.

Abertura do ano do Judiciário
O evento de abertura do ano do Judiciário, no Supremo, contou com a participação de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

“Felizmente eu não preciso gastar muito tempo e nem energia falando de democracia, porque as instituições funcionam na mais plena normalidade, convivência harmoniosa e pacífica de todos”, disse Barroso, presidente da Corte, em seu discurso.

Há um ano, na abertura do ano do Judiciário de 2023, as instituições ainda repercutiam os ataques golpistas de 8 de janeiro, quando vândalos invadiram as sedes dos três poderes, inclusive o prédio do STF, e depredaram o patrimônio.

Até o próximo dia 22, o Supremo conta com 10 dos 11 ministros. Já escolhido e nomeado, o ex-ministro da Justiça Flávio Dino ocupará a 11ª cadeira, mas só tomará posse daqui a três semanas. Ele estava no evento desta quinta, no espaço reservado à plateia.

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9 Comentários
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João Fernando Zacher
1 de fevereiro de 2024 23:59

EU particularmente acho que não deveriam serem retiradas. O povo brasileiro
estava se sentindo muito mais seguro com essa cambada confinada atrás delas.
Vão abrir a porteira e vai aumentar os riscos de roubos para a população. . . kkkkk

João Fernando Zacher
2 de fevereiro de 2024 00:03

O que não me admira nada é esse capacho-presidente do Senado acompanhar
um ato ridículo desses só para agradar o “padrinho”….
Enquanto esse parasita estiver no senado, esse governo vai tripudiar sobre
a população o quanto bem entender…

Vinícius Borella
2 de fevereiro de 2024 14:09

Tudo em nome da demogracinha

Miltch Mitch
2 de fevereiro de 2024 09:54

Brasil segue soltando os que deveriam estar atrás das grades.

Dea Einsfeld
2 de fevereiro de 2024 13:33

Brasília,foi projetada em forma de avião, asa norte e asa sul. Já era premonição, lá estariam os aviões em roubar o povo.

Andre Palo
2 de fevereiro de 2024 12:05

Oscar Niemeyer
Arquiteto brasileiro

Brasília deveria ter sido projetada em forma de camburão’,
https://acaopopular.net › jornal › brasilia-deveria-ter-si…
16 de mai. de 2012 — Na verdade, o Brasil se parece não com um camburão – mas sim um enorme presídio a céu aberto, sob o Governo do Crime Organizado

Dea Einsfeld
2 de fevereiro de 2024 13:30

Até para tirar grades e cercadinho fazem uma cerimônia, podiam aproveitar e enjaular o Lula, ele saiu das grades mas as grades não saem dele.

Manfred Cid
2 de fevereiro de 2024 13:52

Eu acho precipitado retirar as grades.
Uns e outros ainda acreditam que o micto vai voltar, e podem retornar à cena do crime.
Mesmo ele estando I N E L E G Í V E L atéééééééé 2030!

Vinícius Borella
2 de fevereiro de 2024 14:08

Mais uma vez o judiciário tirando o ESTADISTA Lula de trás das grades

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