Quinta-feira, 08 de outubro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Justiça dá 30 dias para o ex-jogador Léo Moura desocupar mansão no Rio de Janeiro

Compartilhe esta notícia:

O ex-jogador Léo Moura e sua família moram em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. (Foto: Reprodução)

A Justiça deu um prazo de 30 dias para o ex-jogador Léo Moura e sua família serem obrigados a desocupar a mansão onde moram, em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca acaba de conceder liminar em favor da empresa Leman Medicamentos e Cia, que arrematou a mansão em um leilão, dando o prazo para que o ex-atleta do Flamengo deixe o imóvel.

Caso Léo e a família não respeitem a determinação judicial, será expedido a imissão na posse, autorizando o uso de força policial para o cumprimento da ordem.

Léo Moura e sua mulher, Camila, ocupam a mansão há anos. Segundo seus advogados, “o casal reclama em juízo a propriedade do bem, tendo em vista terem realizado o pagamento, sem que tivesse sido regularizado pelo vendedor o registro e a escritura do imóvel”. A família também pede liminar para evitar o despejo imediato.

Em março deste ano, os representantes da Leman notificaram o ex-jogador, mas não tiveram sucesso em convencê-lo a deixar a residência.

O imóvel é alugado e foi leiloado em setembro de 2023 para quitar dívidas do proprietário. Porém, o ex-jogador alega ter sido pego de surpresa e se recusa a desocupar a residência.

Relatório da CGU

Em outra frente, um relatório recente da Controladoria-Geral da União (CGU) avaliou a transferência e execução de aproximadamente R$ 45 milhões de recursos federais do extinto Ministério da Cidadania para o Instituto Léo Moura Sports (ILM) e apontou que houve entrega parcial de itens esportivos e de uniformes contratados; irregularidades nas contratações; problema na infraestrutura de itens locados; sobrepreço e superfaturamento nas compras. Na sua carreira como jogador, Léo Moura defendeu vários clubes, entre eles São Paulo, Vasco, Palmeiras, Fluminense, Flamengo e Grêmio.

Os recursos adquiridos pelo instituto foram transferidos entre junho de 2020 e abril de 2022 através de termos de fomento (TF) pela Secretaria Especial do Esporte, parte do Ministério da Cidadania à época. No total, foram firmados 16 termos, sendo que quatro deles foram analisados pela CGU.

O Instituto Léo Moura é uma organização não governamental (ONG) que atua na em projetos sociais na educação e no esporte. Os recursos haviam sido repassados para a implantação de Núcleos de Esportes Educacional do projeto “Passaporte para a Vitória” em diversos municípios do Rio de Janeiro e do Amapá. As informações são dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ministério revisa para baixo projeção de superávit comercial
Fraudes em anúncios com imagens de ministros do STF
Pode te interessar