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Política Supremo já condenou mais de 200 executores dos atos de 8 de Janeiro

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Até agora, 206 pessoas foram condenadas a penas que vão de 3 anos a 17 anos de prisão.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Até agora, 206 pessoas foram condenadas a penas que vão de 3 anos a 17 anos de prisão. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 200 executores dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023.

Naquela data, manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília. A Corte tem julgado de forma individual, no plenário virtual, as ações penais com acusações feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados de invadirem e destruírem as sedes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Na sexta-feira (26), os ministros condenaram mais 10 réus. Com isso, até agora, 206 pessoas foram condenadas a penas que vão de 3 anos a 17 anos de prisão.

A maioria foi condenada por cinco crimes:

abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
dano qualificado;
golpe de Estado;
deterioração do patrimônio tombado;
associação criminosa.

No entendimento dos ministros houve uma clara intenção por parte de uma multidão de tomada ilícita de poder, com uso de meios violentos, para derrubar um governo democraticamente eleito.

Para a maioria dos magistrados do STF, os ataques configuraram o chamado crime de multidão, quando um grupo comete uma série de crimes, sendo que um influencia a conduta do outro, em um efeito manada. Com isso, todos precisam responder pelo resultado dos crimes.

Atualmente, 88 pessoas permanecem presas, sendo que:

13 já estão condenadas;
42 com denúncia recebida;
e 33 estão com inquéritos em andamento.

O Supremo já validou 172 acordos de não persecução penal, quando o investigado confessa o crime para não ir a julgamento. Em troca, tem que fazer curso sobre democracia e pagar multas. Os acordos foram oferecidos para aqueles investigados que não praticaram atos de violência. A PGR ainda avalia mais de outros mil acordos.

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Nilton G Veiga
30 de abril de 2024 10:54

Totalmente desproporcional.

Miltch Mitch
29 de abril de 2024 22:08

17 anos? Isto e pena para crimes bem maiores.

Sirlene & Rogerio
29 de abril de 2024 23:09

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Fernando Krause
30 de abril de 2024 00:03

Enquanto isso, bandidos e criminosos condenados por roubarem os cofres públicos estão TODOS livres da cadeia, inclusive o Cabral, condenado a mais de 400 anos por corrupção e que devolveu quase R$ 380 MM. hoje cumpre “prisão domiciliar” em seu confortável apartamento de frente para o mar do RJ… e que deve voltar à política em 2026.
Esse é o Brasil de Brasília, onde os crimes de colarinho branco não só compensam, como recompensam…

Vanderlei Stefani
30 de abril de 2024 13:06

Golpista bom é Golpista encarcerado

Andre Palo
30 de abril de 2024 21:01

O mais tirano e demoniaco… é que quem os esta condenando , destruindo familias, vidas , empresas, sabe que são inocentes….

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