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Rio Grande do Sul Governador e ministra das Mulheres discutem ações voltadas ao público feminino em meio às enchentes

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Eduardo Leite recebeu Cida Gonçalves no Palácio Piratini

Foto: Maurício Tonetto/Secom
Eduardo Leite recebeu Cida Gonçalves no Palácio Piratini. (Foto: Maurício Tonetto/Secom)

Em reunião com a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, no Palácio Piratini, o governador Eduardo Leite tratou de medidas específicas para o público feminino em meio às enchentes no Rio Grande do Sul.

Durante o encontro, realizado na tarde deste domingo (12), Leite atualizou a ministra sobre a situação prevista para os próximos dias no Estado, enfatizando a preocupação em alertar e garantir a segurança da população residente em áreas de risco. A necessidade de persuadir as pessoas a deixarem esses locais foi destacada como prioridade.

“A agenda do governo, daqui para frente, será a reconstrução do Rio Grande do Sul. Aquilo que pensávamos no início do mandato tem de ser colocado de lado para atender essa emergência até o fim da nossa gestão. E isso vai exigir cooperação entre todos os Poderes”, disse o governador.

Foi abordada a urgência de ações específicas para o atendimento às mulheres, considerando suas particularidades e vulnerabilidades. Um dos tópicos debatidos com Cida foi a elaboração de protocolos para situações que possam afetar esse público em diferentes áreas, visando garantir proteção e assistência adequadas.

“Uma equipe do ministério, juntamente da Advocacia-Geral da União, vai trabalhar com base nos protocolos da Organização das Nações Unidas. A ideia é elaborar processos e fluxos referentes aos diversos tipos de situações que podem ocorrer, estabelecendo o que deve ser feito em cada cenário”, declarou a ministra.

O governador enfatizou a importância de se direcionar atenção aos abrigos destinados exclusivamente às mulheres, levando em conta as características essenciais para garantir um ambiente seguro e acolhedor. Em meio às discussões, Leite aproveitou para renovar os agradecimentos ao governo federal pelo apoio prestado ao Estado, valorizando a colaboração mútua entre as esferas governamentais para lidar com a crise atual.

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Paulo Albuquerque
12 de maio de 2024 19:36

Só queremos saber desse “pseudogovernador” quando ele mandará construir um canal ligando a Lagoa dos Patos ao oceano. É uma obra simples e que pode ser feita a toque de caixa. Até uma criança que brinca nas areias de uma praia, sabe que essa solução é definitiva e nunca mais o Guaíba e afluentes iriam transbordar. Onde está o Exército nessas horas? Aonde estão os engenheiros ligados ao Estado? Isso é um descaso, caso de impeachment.

César Alexandre Jardim Marques
12 de maio de 2024 20:26

Baita iniciativa. Vamos separar homens e mulheres mesmo. Afinal a enchente escolhe sexo. Pensei que o Ministério da Pesca era o mais fora da “casinha”. Agora tem que criar o Ministério dos Homens ou é “machofobia” escancarado.

Alexandre Castro
12 de maio de 2024 23:58

Impressionante o baixo nível desse bando de ministros que o cachaceiro de 9 dedos escolheu. Mas não tem UM que preste. É uma incompetência pior que a outra. De onde brotam essa bagaceirada que só estao ali por uma teta do dinheiro dos impostos do pobre povo brasileiro.

Marcelo Moreto
13 de maio de 2024 12:05

Não fosse tamanha falta de gestão de décadas, o Brasil teria um fundo de bilhões ou quem sabe trilhões para qualquer desastre, catástrofe.
A catástrofe política mantem o país estagnado, propositalmente…

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