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Mundo Governo brasileiro celebra o cessar-fogo em Gaza

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O Hamas libertou quatro reféns israelenses como parte acordo de trégua em Gaza.

Foto: Reprodução
O Hamas quatro reféns israelenses como parte acordo de trégua em Gaza. (Foto: Reprodução)

A diplomacia brasileira celebrou o início do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza. O grupo terrorista Hamas libertou na manhã deste sábado (25), por volta das 6h, pelo horário de Brasília, quatro reféns israelenses como parte acordo de cessar-fogo de Gaza. Mesmo assim, fontes do Itamaraty ressaltam ser preciso observar ainda com atenção o passo a passo das ações dado o cronograma longo do acordo antes de considerar qualquer situação resolvida — até mesmo porque há quem faça prognósticos de cenários difíceis a ficarem pendentes na região e não se sabe se os ataques voltarão após a trégua.

A primeira etapa do cessar-fogo, de 42 dias — após mais de um ano e três meses de conflito –, começou de forma efetiva em 19 de janeiro com a libertação de três reféns israelenses. As três mulheres fazem parte dos primeiros 33 reféns a serem devolvidos a Israel. O governo israelense, por sua vez, deve devolver pelo menos 737 presos palestinos.

O acordo também prevê uma pausa no combate em Gaza – o avanço militar de Israel continua sobre a Cisjordânia – e um aumento no acesso de ajuda humanitária aos palestinos, por exemplo.

O Ministério das Relações Exteriores disse, em nota, que o governo brasileiro “tomou conhecimento, com grande satisfação”, do anúncio de cessar-fogo. Nos bastidores, o acordo realmente é visto como positivo, é claro — especialmente após as mais de 47 mil vítimas fatais e toda a destruição causada.

A primeira parte do acordo está em andamento. Agora, diplomatas afirmam ser preciso observar com atenção cada passo de sua continuidade – especialmente por se tratar de um cronograma longo numa situação delicada. Qualquer passo em falso de qualquer um dos lados pode colocar todo o acordo a perder.

Integrantes do Itamaraty chamam a atenção para o fato de o Hamas não ter sido extinto. Pelo contrário, consideram uma demonstração de força e resiliência a presença de uma multidão de palestinos ao redor dos carros que transportaram as três reféns israelenses, antes de elas serem libertadas. Portanto, a hostilidade do Hamas perante a existência de Israel continuará, enquanto o governo de Benjamin Netanyahu também não pretende ceder em nada ao grupo.

Outro ponto que ajuda a gerar incertezas é uma avaliação de enfraquecimento da Autoridade Palestina – entidade reconhecida pela comunidade internacional em negociações com o povo palestino. Há dúvidas sobre quem poderia ser uma liderança palestina legítima e forte o suficiente na Faixa de Gaza num eventual fim da guerra na região.

Na nota sobre o cessar-fogo, o Itamaraty disse que o Brasil “reitera seu compromisso com a solução de dois Estados, com um Estado da Palestina independente e viável, vivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança, dentro das fronteiras de 1967, que incluem a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital”.

Na prática, não há indícios que apontam que essa configuração esteja mais próxima de se concretizar. Um aspecto observado por um diplomata brasileiro é que Mike Huckabee, o embaixador dos Estados Unidos em Israel escolhido pelo novo presidente americano, Donald Trump, é defensor assíduo de assentamentos israelenses na Cisjordânia, que inclusive chama pelos nomes bíblicos de Judeia e Samaria.

Já a escolhida por Trump para ser a embaixadora dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), Elise Stefanik, também deu declarações no sentido de que Israel tem direitos à Cisjordânia com base em argumentações bíblicas. As informações são do portal de notícias CNN Brasil.

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11 Comentários
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Anderson Cardoso da Silva
25 de janeiro de 2025 17:36

Mas comemorar o que ?
Este governo tem que cessar e os incêndios que o MST. coloca nas fazendas é na Amazonia

Vanderlei Ochoa
25 de janeiro de 2025 17:53

ESTADISTA LULA o maior ESTADISTA do mundo. DEMOCRACIA E PAZ.

Vanderlei Ochoa
25 de janeiro de 2025 18:06

Agora é só criar o ESTADO Palestino e pronto.

Artur Bando
25 de janeiro de 2025 18:22

LULISMO PARCEIRO DOS TERRORISTAS…
COMEMORANDO O QUE??

Vanderlei Ochoa
25 de janeiro de 2025 18:58

Mastur bando, o fanático.

Vanderlei Ochoa
25 de janeiro de 2025 18:53

E tu deu o …kuakuakuakua

Artur Bando
25 de janeiro de 2025 18:25

LULADRÃO JÁ DEU REFINARIAS PRA A VENEZUELA…
LULADRÃO , JÁ DEU MINAS PARA A VENEZUELA…
LULADRÃO JÁ DEU BILHOES PARA A VENEZUELA..
VAI DAR RORAIMA TAMBEM??

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Denise Goulart de Munhós
25 de janeiro de 2025 19:32

Cessar-fogo???? Ainda é muito cedo para afirmar que aconteceu!!!

Edson Arcanjo
25 de janeiro de 2025 20:14

Desgraçados,
Financiam a palestina, uma vez foram 20 milhões..
Que acoberta terroristas…

Jorge Bressan
26 de janeiro de 2025 00:46

Sei não mas estou desconfiado que Israel só espera receber o último refém e vai mandar bala de novo.

Nobuo Momoe
26 de janeiro de 2025 00:47

A diplomacia do Itamaraty é uma vergonha, idolatrar e apoiar terroristas. Enquanto falcatruas fraudes a todos vapor continuam nesse governo.

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