Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 26 de fevereiro de 2025
A conta da Embaixada dos EUA no Brasil na rede social X reproduziu o texto, em português.
Foto: Divulgação/White HouseUm órgão ligado ao Departamento de Estado dos Estados Unidos fez uma crítica ao bloqueio de redes sociais americanas por parte das autoridades brasileiras. O texto não cita diretamente, mas faz uma alusão à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em relação à plataforma Rumble.
O Rumble é uma plataforma de vídeos similar ao YouTube, do Google, inclusive no visual. Lançada em 2013, a rede social é bastante popular entre conservadores nos EUA. Ela diz que sua missão é “proteger uma internet livre e aberta” e já se envolveu em diversas controvérsias.
A conta da Embaixada dos EUA no Brasil na rede social X reproduziu o texto, em português.
“Respeito pela soberania é uma via de mão dupla com todos os parceiros dos EUA, incluindo o Brasil”, diz a mensagem do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental. “Bloquear o acesso à informação e impor multas a empresas sediadas nos EUA por se recusarem a censurar indivíduos que lá vivem é incompatível com valores democráticos, incluindo a liberdade de expressão.”
Essa é a primeira manifestação de um órgão de Estado dos EUA sobre o caso. Moraes determinou o bloqueio da rede social Rumble no Brasil na última sexta-feira (21). O ministro alega que a rede social cometeu “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais, além da tentativa de não se submeter ao ordenamento jurídico e Poder Judiciário brasileiros” e que instituiu um “ambiente de total impunidade e ‘terra sem lei’ nas redes sociais brasileiras”.
Antes de determinar o bloqueio, Moraes havia solicitado que a plataforma indicasse à Justiça o seu representante legal no Brasil. O Itamaraty avalia emitir uma resposta ao governo dos EUA sobre o caso. O assunto está em discussão entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e assessores.
A rede apresentou à Justiça dos Estados Unidos uma ação contra o ministro Alexandre de Moraes. O processo foi aberto em conjunto com o grupo de comunicação Trump Media & Technology Group, do presidente dos EUA, Donald Trump.
As empresas acusam Moraes de censura e pedem que ordens feitas pelo ministro contra o Rumble no Brasil fossem derrubadas e que não tivessem efeito legal nos Estados Unidos.
Apesar de não ser diretamente afetado por decisões do STF, o Trump Media & Technology Group — responsável pela rede social Truth Social, criada por Trump quando ele foi banido do Twitter, em 2021 — alega que as ordens do juiz brasileiro interferem e vão contra a Primeira Emenda à Constituição norte-americana, que protege a liberdade de expressão.
A Justiça americana, porém, rejeitou o pedido em decisão liminar, sem analisar o mérito do caso. A juíza afirmou que havia falhas na entrega de documentação, além de questões de jurisdição a serem analisadas.
No texto do processo contra Moraes, o Rumble e a empresa de Trump afirma que a base para a abertura da ação foi o bloqueio de uma série de usuários, incluindo um “muito conhecido”. As informações são do portal de notícias g1.
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Robô Chato
Privar qualquer pessoa e C E N S U R A.
SIMPLES ASSIM.
Não quer assistir, desliga, não quer ver não acessa.
Mas os esquerda não entendem isto
Os VIRA LATAS concordam om o PIG Trump
Articulação bolsonarista por lei que pode barrar a entrada de Moraes nos EUA é “crime de lesa-pátria”
“Inelegível, seus parentes e foragidos da Justiça brasileira estão desafiando, mais uma vez, as instituições brasileiras”,
O mar puxando a brasa pro assadodeles. Marginal condenado.
O Itamaraty já avisou, mas é bom reforçar: o Departamento de Defesa dos EUA não apita nada no Brasil
Empresa gringa que atuar aqui terá que seguir as normas legais daqui, e ponto.
Inadmissível essa tentativa do governo Trump de intervir e coagir a Justiça brasileira. Não aceitamos! Vão respeitar as leis do nosso país gostando ou não.
E outra coisa: Eduardo Bananinha, que deveria ser deputado, mas vive nos EUA lambendo as botas do Trump e conspirando contra o Brasil, vai responder por crime contra a soberania nacional. Chega!