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Política Ex-diretores do INSS receberam mais de R$ 17 milhões de associações investigadas pela polícia

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Sob pressão da oposição, o governo Lula mantém no cargo o ministro da Previdência, Carlos Lupi.

Foto: José Cruz/Agência Brasil
O valor acumulado no período atingiu R$ 688 milhões. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Ex-servidores do alto escalão do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) receberam mais de R$ 17 milhões de intermediários das associações suspeitas de fraudes bilionárias contra aposentados e pensionistas. Sob pressão da oposição, o governo Lula mantém no cargo o ministro da Previdência, Carlos Lupi.

As suspeitas sobre o envolvimento de dirigentes da autarquia com o esquema que teria provocado prejuízo de R$ 6,3 bilhões a aposentados levaram à queda do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Ele pediu demissão após ter sido afastado do cargo por ordem judicial.

A Polícia Federal identificou repasses a três dirigentes do INSS:

– André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão;
– Alexandre Guimarães, ex-diretor de Governança e Gerenciamento de Riscos e de Governança, Planejamento e Inovação;
– Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-chefe da Procuradoria Federal Especializada do INSS.

O dinheiro teria sido repassado por meio de empresas registradas no nome de familiares dos ex-diretores “sem motivo razoável conhecido para tanto”. Eles foram alvo da Operação Sem Desconto, deflagrada na semana passada.

“Observa-se a ação em conluio entre os investigados a fim de conferir aparente legalidade ao pagamento realizado pelos operadores financeiros e o recebimento de vantagens ilícitas por parte de servidores do INSS, abastecido pelo dinheiro proveniente dos descontos indevidos realizados pelas entidades associativas, em ação concertada”, afirma a Polícia Federal na representação que levou à operação.

Os repasses foram descobertos porque a Polícia Federal (PF) conseguiu reconstituir uma complexa rede de pessoas físicas e jurídicas que, segundo a investigação sobre as fraudes no INSS, operou a distribuição do dinheiro desviado por meio de associações.

O empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, citado no inquérito como “Careca do INSS”, é apontado como o principal operador do esquema. Ele é dono de dezenas de empresas com personalidade jurídica própria, usadas para blindar os sócios controladores, e até de uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal no Caribe.

Segundo a PF, pessoas e empresas relacionadas ao “Careca do INSS”, receberam R$ 48,1 milhões diretamente de associações suspeitas, além de R$ 5,4 milhões de empresas ligadas a essas entidades, totalizando R$ 53,5 milhões.

Depois de identificar esses “intermediários”, a PF passou a analisar para quem eles enviaram dinheiro. Foi aí que os investigadores se depararam com empresas ligadas a familiares de chefões do INSS.

Segundo a investigação, Virgílio Antônio, que chefiou a Procuradoria Federal Especializada do INSS, recebeu R$ 11.997.602,70 por meio de empresas registradas no nome da mulher e da irmã.

André Paulo Félix Fidélis, ex-diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão, recebeu R$ 5.186.205,0041 por meio do filho e da nora.

O ex-diretor de Governança e Gerenciamento de Riscos e de Governança, Planejamento e Inovação, Alexandre Guimarães, ficou com R$ 313.205,29, indica a Operação Sem Desconto.

Segundo a investigação da Operação Sem Desconto, servidores do INSS venderam dados de aposentados e pensionistas em troca de propinas e facilitaram os descontos indevidos direto nos contracheques dos beneficiários. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Did Dlc
30 de abril de 2025 15:09

Espera sentado…

Vanderlei Stefani
29 de abril de 2025 18:33

Vai chegar na quadrilha do CAPETÃO

Carlos Alberto Pugliese
29 de abril de 2025 20:01

vai nada, o Luladrão tem o STF dando cobertura prá ele

Miltch Mitch
30 de abril de 2025 10:40

E vai continuar aumentando…

Fernando Krause
29 de abril de 2025 22:32

Vai chegar no topo da organização criminosa “socialista”, que tem expertise em roubar o dinheiro público:
– Mensalão
– Petrolão
– Pasadena
– Empreiteiras “amigas”
– Fundos de Pensão das estatais
– Correios
– ONGs fantasmas
– INSS
Com o lulopetismo a lista das falcatruas só aumenta!

Sergio Drebes
30 de abril de 2025 11:45

Toda essa tragédia se deve, exclusivamente, ao STF que reinstalou essa quadrilha no governo.

Joel Raymundo
30 de abril de 2025 18:44

“Alexandre Guimarães foi nomeado durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e ocupou cargo de diretor de Governança no INSS.” Só para entenderem de onde vem a falcatrua.

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