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Mundo Em encontro com a imprensa, papa pede o fim da “guerra de palavras” e a libertação dos jornalistas presos em todo o mundo

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Segundo Leão XIV, os jornalistas têm um importante papel ao narrar as guerras e injustiças

Foto: Reprodução de vídeo
Segundo Leão XIV, os jornalistas têm um importante papel ao narrar as guerras e injustiças. (Foto: Reprodução de vídeo)

O papa Leão XIV realizou, na manhã desta segunda-feira (12), o primeiro encontro com jornalistas de diversos países no Vaticano. Na ocasião, o pontífice pediu o fim da “guerra de palavras” e disse que a IA (inteligência artificial) tem que ser usada com “responsabilidade e discernimento” na comunicação.

Em pronunciamento aos jornalistas, o pontífice pediu que a mídia aja contra a polarização no mundo e ressaltou a importância do trabalho da comunicação para promover a paz e “contar a verdade”.

“A paz começa com cada um de nós, com a forma como olhamos para os outros, ouvimos os outros e falamos sobre os outros. Nesse sentido, a maneira como nos comunicamos é de importância fundamental. Precisamos dizer não à guerra de palavras, de imagens”, afirmou Leão XIV.

Segundo Leão XIV, os jornalistas têm um importante papel ao narrar as guerras e injustiças e é necessário discernir qualquer comunicação do extremismo e do ódio. O pontífice pediu uma comunicação capaz de escutar e de capturar a voz “daqueles que não a têm”.

O encontro de Leão XIV com a imprensa ocorreu em um momento de grande cobertura da mídia mundial no Vaticano por conta do conclave. Ele foi ovacionado pelos jornalistas presentes em alguns momentos e cumprimentou os profissionais ao terminar sua fala.

Jornalistas presos

Leão XIV pediu ainda a libertação dos jornalistas presos ao redor do mundo e ressaltou a solidariedade da Igreja Católica com essas pessoas.

“O sofrimento dos jornalistas presos desafia a consciência das nações e da comunidade internacional, convocando todos nós a salvaguardar o precioso dom da liberdade de expressão e de imprensa”, afirmou o papa.

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Vanderlei Stefani
12 de maio de 2025 14:54

Aqui no Brasil o deputado bolsonarista Eduardo Pazuello apresentou um projeto de lei para tornar crime criticar Israel. Ou seja, para esse tal povo de Deus, criticar Israel por explodir hospitais lotados com crianças, mulheres e Civis feridos, tem que ser crime no Brasil. Essa gente não tem Deus no coração, eles tem é o capeta.
Fico imaginando🤔 que tipo de Deus essa gente estão cultuando nas igrejas?
O bolsonarismo é a revelação do nazismo nos dias de hoje. Gente sem empatia, cruéis, egoístas que saíram das profundezas dos esgotos.

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