Sábado, 10 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 25 de junho de 2025
O Senado aprovou nessa quarta-feira (25) a derrubada de três decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentavam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), confirmando a decisão tomada mais cedo pela Câmara dos Deputados.
A medida impõe uma derrota expressiva ao governo e obriga a equipe econômica a buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano.
Com a rejeição dos decretos, o Congresso impõe, pela primeira vez, a revogação de um aumento de imposto feito por meio de decreto presidencial. Segundo o Ministério da Fazenda, sem o IOF mais alto, será necessário ampliar o bloqueio de gastos no Orçamento de 2025 para evitar o descumprimento da meta fiscal.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, havia alertado que a derrubada da medida exigirá novos cortes de despesas. “Prejudicando programas sociais e investimentos importantes para o País, afetando inclusive a execução das emendas parlamentares”, afirmou.
Já o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que não quer polemizar o tema.
“Esse decreto começou mal, o governo editou um decreto que rapidamente foi rechaçado pela sociedade brasileira. E reconheço, que muita vezes sem entender o que é o IOF, muitos daqueles foram colocados contrários ao que nele estava escrito. Durante o debate do decreto, da medida provisória, tivemos vários debates para tentar conciliar os interesses do governo com o da sociedade”, afirmou.
“Sabemos que é sim uma derrota para o governo, mas foi construída por várias mãos”, completou.
Descontentamento
A proposta enfrentou forte resistência no Legislativo, mesmo com o governo tendo recuado parcialmente em alguns pontos. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o projeto na pauta da noite de terça-feira (24) e acelerou a votação. O relator escolhido foi o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), da oposição.
O texto foi aprovado na Câmara por 383 votos a 98 e, horas depois, confirmado pelo Senado. Parlamentares apontam que a decisão reflete o descontentamento com aumentos de tributos e com a demora na liberação de emendas parlamentares, além de críticas à condução da política econômica de Fernando Haddad.
Impacto fiscal
De acordo com a equipe econômica, a elevação do IOF era uma das principais apostas para fechar as contas públicas e perseguir a meta de déficit zero. Sem os decretos, a estimativa de arrecadação cai em R$ 10 bilhões, o que deve exigir novos bloqueios de gastos.
“O governo informo[u] que, sem o aumento do IOF, o bloqueio no orçamento, de R$ 31,3 bilhões — o maior dos últimos cinco anos — teria de ser ainda maior”, afirmou a Fazenda. A alternativa seria aprovar aumento de outros tributos, mas o Congresso tem se mostrado resistente a essas propostas.
O governo elevou o IOF sobre operações de crédito, especialmente para empresas, e também sobre operações de câmbio, seguros e certos tipos de investimentos. Parte dessas medidas foi revertida após críticas do Legislativo:
* Crédito para empresas: a alíquota fixa foi inicialmente elevada de 0,38% para 0,95%, mas voltou ao patamar anterior.
* Risco sacado: o governo desistiu da alíquota fixa, mas manteve a alíquota diária em 0,0082%.
* VGBL: o IOF passou a incidir apenas sobre valores acima de R$ 300 mil (e, a partir de 2026, acima de R$ 600 mil).
* Fundos e investimentos externos: o governo recuou e manteve a alíquota zero em casos como FIDCs e retorno de capital estrangeiro.
Alternativa
Para compensar a perda com os recuos no IOF, a equipe econômica editou uma medida provisória propondo aumento de outras receitas — como a taxação das apostas online (bets), tributação de criptoativos, fim da isenção para juros sobre capital próprio e unificação do Imposto de Renda sobre investimentos.
A expectativa do governo é arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com essa MP, mas a resistência no Congresso é grande. Se a medida também for rejeitada, técnicos da Fazenda alertam que será necessário ampliar ainda mais o bloqueio no orçamento deste ano.
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O governo Lula trava uma verdadeira guerra com a oposição, o centrão e a Faria Lima sobre o aumento do lOF e o problema do déficit fiscal do país. Eles falam em cortar gastos, mas só querem cortar os gastos sociais, enquanto mantêm intactos os R$ 60 bilhões em emendas parlamentares do orçamento secreto. A lógica é priorizar os ricos e cortar dos pobres.
Caos político no lulopetismo: NEM os partidos aliados desta DESGRAÇA de DESgoverno PERDULÁRIO votam mais com ele…
Hoje existe 3 MILHOES de brasileiros na fila para se aposentar… e o Governo dá premio para o funcionario que dificultar a Aposentadoria…
Para que???…..Para melhorar as contas Publicas…
PERGUNTA: Como o Bozo, sobrou 54 Bilhoes, com Pandemia, Baixa de Impostos, Crise Hidrica, Aumento do Petroleo, e envio de Bilhoes para Estados e Municipios??????????????????
Tu não tira as fezes da boca kkkk
Até que enfim uma noticia boa. O Governo Mula é fezes de primeiríssima qualidade.
ATÉ OS PRÓPRIOS CUMPANHEROS VOTAM CONTRA ESTA DESGRAÇA DE DESGOVERNO LULOPETISTA, HAHAHAHAHAHAHAHA.
MAIS PERDIDOS DO QUE CUPIM EM METALÚRGICA E CACHORRO QUE CAIU DO CAMINHÃO DE MUDANÇAS, HAHAHAHAHA.
SÓ LER ABAIXO:
https://www.otempo.com.br/…/ex-presidente-do-pt-vota…