Sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 7 de outubro de 2025
Michelle e Carlos em choque direto por conta das definições de candidaturas em 2026.
Foto: ReproduçãoA escolha do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) para disputar uma vaga ao Senado por Santa Catarina nas eleições do ano que vem o colocou novamente em posição oposta à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
Visto como um caminho “seguro” para que o filho “02” de Jair Bolsonaro (PL) passe a cumprir expediente em Brasília, Santa Catarina tinha como favorita para disputar uma vaga ao Senado pelo partido a deputada Caroline de Toni (PL-SC).
A parlamentar conta com a simpatia de Michelle, que é presidente do PL Mulher e já externou ao presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, e a Bolsonaro, o descontentamento com o baixo número de mulheres no páreo para esta função no ano que vem.
Embora dois senadores sejam eleitos no ano que vem, a segunda vaga deve caber ao senador Esperidião Amin (PP), que é aliado de Bolsonaro.
Amin é visto como um nome que agrega mais palanques no Estado e amplia o eleitorado para a chapa. Além disso, possui a simpatia do governador Jorginho Mello. A composição para o Senado é vista como uma prioridade para Bolsonaro, já que pretende fazer maioria na Casa para mobilizar ações contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Além da vaga de Amin, a outra cadeira que estará em disputa pertence hoje à senadora Ivete da Silveira (MDB-SC).
A insistência de Michelle em ter De Toni como candidata faz com que o partido busque uma solução para acomodá-la, sem fazer com que concorra novamente à Câmara. Na atual legislatura, a deputada foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Recentemente, ela abriu mão da liderança da minoria da Câmara para que outro filho de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), pudesse cumprir o seu mandato à distância, enquanto permanece nos Estados Unidos. A manobra, entretanto, não foi aceita pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, admite a dificuldade de lidar com o tema:
“A Carol é querida pela Michelle e por todos nós, mas o Esperidião Amin também quer a vaga e o Bolsonaro já bateu o martelo que o Carlos vem por Santa Catarina. Até daria para termos ela e Carlos concorrendo simultaneamente, mas o Esperidião nunca faltou para nós, ele é da direita. Estamos vendo o que fazemos, cogitamos pedir para que o Jorginho Mello a coloque de vice”, diz.
Um dos elementos por trás da disputa interna é a força do bolsonarismo no Estado, o que faz aliados do ex-presidente acreditarem ser viável eleger dois senadores. No segundo turno da eleição em 2022, Bolsonaro teve 69,27% dos votos válidos, contra 30,73% do presidente Lula. Santa Catarina foi o quarto Estado onde Bolsonaro teve proporcionalmente mais votos, atrás de Roraima, Rondônia e Acre.
De acordo com pessoas próximas a Michelle, a ex-primeira-dama teria se queixado pelo fato de não ter tido o pedido para uma candidatura feminina por Santa Catarina, Estado que é tido como reduto da direita. À frente do PL Mulher, Michelle é responsável por atrair filiadas ao partido e montar a nominata feminina. Entretanto, lamentou só ter voz em relação às escolhas para a Câmara. Ela deve ser candidata ao Senado pelo Distrito Federal, no ano que vem. Apesar da reclamação, ela não teria se oposto diretamente ao nome de Carlos.
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Santa Catarina pagando mico🐒🐒🐒🐒🐒
Amim??? Chega né.
Carlos Bolsonaro como senador
Conversa de Lula e Trump fecha o caixão do bolsonarismo
Alinhamento entre Lula e Trump isola Bolsonaro, expõe crise na direita e reforça liderança diplomática do Brasil no cenário internacional.
Lula oferece a Trump a chance de fugir da mediocridade mundial
FLOP TOTAL
Bolsonaristas não cansam de passar vergonha.
Ato hoje em Brasília pedindo Anistia para bandidos, flopou geral.
Ninguém está interessado em ver Bolsonaro solto por golpe de estado, sendo anistiado
Sem público, Micheca Bolsonaro
Realiza o enterro da anistia.
Sou de direita mas SC tem que escolher gente de lâ para o senado!!
Trabalhar, … nem pensar.