Sexta-feira, 05 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 18 de outubro de 2025
Grêmio foi derrotado no tempo normal e nas penalidades pelo Galo.
Foto: Lucas Uebel/GrêmioO título inédito não veio. Irreconhecível no tempo normal e desperdiçando duas cobranças nas penalidades alternadas, o Grêmio viu o Atlético-MG se sagrar campeão do Campeonato Brasileiro Sub-17 na tarde desse sábado (18) na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG).
Ao contrário do Tricolor, o Galo mostrou determinação e garra durante os 90 minutos e fez 3 a 0 no tempo regulamentar — resultado que igualou o placar agregado após a derrota no jogo de ida por 4 a 1. Nos pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Kaio, que pegou uma cobrança de Harlley e viu Gabriel Mec desperdiçar a última tentativa gremista com chute no poste, consagrando a vitória de 4 a 2 nas penalidades.
Na ida, o Tricolor Gaúcho venceu por 4 a 1. Na Arena do Grêmio, os gols foram marcados por Lucca (duas vezes), Roger e João Borne, enquanto Mosquito fez o gol do Atlético. Com o resultado, o Atlético conquista o título desta categoria pela primeira vez em sua história.
Jogo
Em busca da virada, o Atlético começou a partida pressionando no campo de ataque. Cauã Soares e Jonatas chegaram a finalizar antes dos 10 minutos. O treinador Henrique Teixeira apostou nas alas para atacar, com Pascini e Mosquito bem espetados nas pontas do campo. Samuel Rodrigues, lateral-direito, desceu para a primeira linha, para ajudar na construção. No ataque, uma linha de cinco pressionava a defesa gremista.
Contudo, o lance mais perigoso foi do Grêmio. Em um cruzamento da direita, Brendo acertou uma bela cabeçada, que obrigou o goleiro Kaio a fazer um milagre aos 20 minutos da primeira etapa. Na sequência, o Galinho respondeu com Pascini. Chute forte travado.
O zagueiro Brendo voltou a assustar novamente pelo alto e pouco antes do final do primeiro tempo, o Atlético respondeu. Em finalização de fora da área, Índio obrigou o goleiro Vitão a fazer grande defesa.
No entanto, o arqueiro gremista nada pode fazer nos minutos derradeiros da primeira etapa. Aos 48, Cauã Soares subiu mais alto que a zaga do Grêmio e abriu o marcador em Belo Horizonte.
O Grêmio respondeu rapidamente e chegou a empatar a partida logo na saída de bola. Lucca cruzou rasteiro para João Borne fazer o gol. Porém, o VAR viu impedimento no começo da jogada.
Na segunda etapa, o Atlético entrou decidido a resolver a partida. Com mais intensidade, o Galo tentava ciscar na área gremista mas não conseguia finalizar. O goleiro atleticano defendeu duas boas oportunidades gremistas em contra-ataque.
No entanto, o Atlético seguiu melhor. Assim sendo, o segundo gol veio aos 13 minutos. Após um chutaço de Mosquito de fora da área, a bola bateu no travessão e se ofereceu para o camisa 9. O centroavante não perdoou, e chutou de primeira para ampliar e dar esperanças.
A pressão seguiu durante toda a segunda etapa. O Atlético atacava de todos os lados e jeitos a defesa gremista, que, no contra-ataque, desperdiçava grandes oportunidades de matar o jogo.
O gol que empatou a grande final foi marcado por Ronaldo aos 49. O atacante veio do banco para decidir. Ele recebeu na ponta direita, conduziu para o meio sem marcação e acertou um lindo chute de fora da área para fazer o terceiro.
Nas penalidades, o Galo venceu por 4 a 2 com destaque para o goleiro Kaio que defendeu uma cobrança. O outro erro do Grêmio foi de Gabriel Mec, maior esperança da base nos últimos anos, que chutou a bola na trave.
Ficha técnica
* Grêmio: Vitão; Vitor Ramon, David Brendo, Luis Eduardo e Lucas Rian (Alexsander); Danillo, Tiaguinho (Jhon) e João Borne (Iago); Roger (Vagner), Gabriel Mec e Lucca (Harlley). Técnico: Ruimar Kunzel.
* Atlético-MG: Kaio Assis; Samuel Rodrigues, Vitão, Xavier e Pascini; Luiz Peu, Índio e Jonatas (João Teixeira); Mathias (Gutte), Mosquito (Ronaldo) e Cauã Soares. Técnico: Henrique Teixeira.
* Arbitragem: Daniel Alejandro Hidalgo Blanco (RR), Alex Sandro Quadros Thome (RR), Antônia Soliane Oliveira dos Santos (RR), Daniel da Cunha Oliveira Filho (MG) e Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ).
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Bando de pipoqueiros ..manda estes mimados fazer curso no Senai
Time com bons jogadores, não precisa de treinadores. Agora time de cabeças de bagre como Edenilson, Dodi, Pavon, Aravena e etc,como titulares, nem com TRES TREINADORES RESOLVERÁ. Para gurizada de 17,até concedo um desconto. Se os profissionais ganhando milhoes de salario fazem fiasco, imaginem os guris. Agora demitem o Mano(louco/louco) + Filipão, para enganar os torcedores, colocam outro técnico. Nao adianta nada, tem que demitir é os cabeças de bagre. Do contrario é chover no molhado.