Domingo, 08 de novembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
20°
Partly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Brasil Gil Rugai é transferido para presídio de Tremembé

Compartilhe esta notícia:

Ex-seminarista condenado pelo assassinato de seu pai e da madrasta deixa o 2º Distrito Policial, em São Paulo, nesta terça-feira, para ser transferido para a Penitenciária de Tremembé. (foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Folhapress)

O ex-seminarista Gil Grego Rugai foi transferido para o presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, na tarde desta terça-feira (23). Ele voltou a ser preso na noite desta segunda-feira (22), horas após ter a sua prisão decretada pela Justiça de São Paulo. Rugai passou a manhã em uma cela do 2º Distrito Policial da capital, onde esperou a definição de seu destino. A informação é do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa).

Em 2013, ele foi condenado a 33 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato de seu pai, Luiz Carlos Rugai, e sua madrasta, Alessandra de Fátima Troitino. O crime ocorreu em 2004, dentro da residência do casal em Perdizes, na Zona Oeste da capital.

A prisão foi decretada pela 5ª Vara do Júri da Capital após o STF (Supremo Tribunal Federal) concluir que um réu condenado em segunda instância na Justiça pode começar a cumprir pena de prisão, ainda que esteja recorrendo a tribunais superiores.

O advogado de Rugai, Marcelo Feller, diz que seu cliente tinha direito, pela sentença que o condenou, a permanecer em liberdade. Ele diz considerar a decisão do STF ilegal.

Pai e madrasta de Rugai foram mortos a tiros em 2004. O ex-seminarista sempre alegou inocência, mas, para a acusação, ele cometeu o crime porque o casal tinha descoberto que ele supostamente fazia desvios financeiros da empresa do pai.

Rugai saiu da prisão em setembro do ano passado, após a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidir por sua soltura. Na ocasião, os ministros entenderam que ele poderia recorrer em liberdade, como previa a sentença condenatória da primeira instância. Ele foi condenado em júri no Fórum da Barra Funda a iniciar em regime fechado.

Anulação do julgamento
Os desembargadores negaram, por unanimidade, em novembro de 2014, um pedido da defesa de Rugai para anular o julgamento ocorrido em fevereiro de 2013. Os advogados do condenado queriam a anulação alegando que houve erros durante o processo.

Os defensores disseram que contas telefônicas comprovariam que Rugai estava em outro lugar no momento dos assassinatos. Os advogados também alegam que a perícia errou na elaboração do laudo do arrombamento da porta, que teria sido danificada por um pé compatível com o de Gil. Uma “testemunha surpresa” também ouvida durante o julgamento de Gil seria um argumento para pedir a anulação do júri, de acordo com a defesa.

Durante júri, Gil foi considerado culpado pelas mortes. Acabou condenado por duplo homicídio qualificado por motivo torpe. O estudante saiu do júri sem ser preso porque já respondia ao crime em liberdade. Após a decretação da prisão em 2014, Rugai foi levado para a Penitenciária Doutor José Augusto Salgado, a P2 de Tremembé, no interior de São Paulo. (AG)

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Brasil

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Polícia de Santa Catarina fecha um centro de estética em que as mulheres atendiam seminuas
Mecha de cabelo de John Lennon é vendida por 140 mil reais em um leilão
Pode te interessar