Quinta-feira, 01 de outubro de 2026
Por Redação O Sul | 30 de novembro de 2025
Gustavo Petro disse que um espaço aéreo nacional não pode ser fechado por um presidente estrangeiro
Foto: Arquivo/EBCO presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que um “presidente estrangeiro” não pode declarar o fechamento do espaço aéreo de outro país, depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, fez uma nova advertência sobre o tráfego aéreo na Venezuela.
O mandatário americano disse, no sábado (29), que o espaço aéreo sobre e ao redor da Venezuela deve ser considerado “fechado em sua totalidade”, no âmbito de uma escalada de tensões com o presidente esquerdista Nicolás Maduro. Caracas denunciou a advertência de Trump como uma “ameaça colonialista” à sua soberania.
Sem mencionar Trump, o presidente colombiano questionou a medida na noite de sábado na rede X: “Quero saber sob qual norma do direito internacional um presidente de um país pode fechar o espaço aéreo de outra nação?”.
“Um espaço aéreo nacional não pode ser fechado por um presidente estrangeiro ou acabou o conceito de soberania nacional e o conceito de ‘direito internacional'”, acrescentou Petro na mensagem, que ele também publicou no papel de presidente da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
O presidente colombiano informou que, ao não existir essa faculdade, a Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) “está falhando”.
A advertência de Trump ocorreu depois que as autoridades de aviação dos Estados Unidos instaram, na semana passada, as aeronaves civis que operam no espaço aéreo venezuelano a “atuarem com precaução” devido à “situação de segurança que piora e à atividade militar intensificada na Venezuela ou em seus arredores”.
Desde então, seis companhias aéreas, que representam grande parte do tráfego na América do Sul, suspenderam seus voos tendo a Venezuela como origem e destino.
Em resposta, a autoridade aeronáutica venezuelana revogou as permissões de operação no país da espanhola Iberia, da portuguesa TAP, da colombiana Avianca, da filial colombiana da chileno-brasileira Latam, da brasileira GOL e da turca Turkish.
A mobilização dos Estados Unidos inclui navios, caças, milhares de militares, o maior porta-aviões do mundo e uma ameaça feita pela Casa Branca sobre o fechamento de seu espaço aéreo. A Venezuela afirma que as manobras não têm como objetivo combater o narcotráfico, e sim derrubar o Maduro.
“Espero contar com os seus melhores esforços para contribuir para deter esta agressão que acontece com cada vez mais força e ameaça seriamente os equilíbrios do mercado energético internacional”, afirma a carta de Maduro lida pela vice-presidente Delcy Rodríguez durante um comitê ministerial virtual da Opep.
O presidente venezuelano afirma que Washington pretende derrubar seu governo e assumir o controle das reservas de petróleo do país. E destaca que uma ação militar “coloca em grave perigo a estabilidade da produção de petróleo venezuelana e o mercado mundial”.
A Venezuela foi um dos fundadores da organização, em 1960, e tem as maiores reservas comprovadas de petróleo, embora sua capacidade de exportação seja afetada por sanções e problemas internos de infraestrutura.
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olha o po ai gente
O povo escravo e miserável da Venezuela aguardam a prisão do cumpanhero narco ditador “socialista” Maduro e a liberdade da nação.
Logo esse aí cai tambem, governo comunista pra os pobres, pra os dirigentes o luxo capitalista ….não viram a mansão do índio cocaleiro Evo Morales ? São enganadores do povo, que acredita em lorota, igual o Luladrão faz aqui com a lorota da picanha
Concordo…vai la e mete bomba nele…kkkkkk
LULADRÃO, MADURO, PETRO….. Nos sabemos o que vcs fizeram nas ultimas 2 DECADAS…..!!
NARC@TERRORISM@ veio a tona….OBRIGADO CARVAJAL.